Tabelas Informativas

Simples Nacional

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional – Comércio
Base Legal: Lei Complementar nº 123/2006. Vigência: 01/01/2012.
Receita Bruta em 12 meses (em R$) ALÍQUOTA IRPJ CSLL COFINS PIS/PASEP CPP ICMS
Até 180.000,00 4,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 2,75% 1,25%
De 180.000,01 a 360.000,00 5,47% 0,00% 0,00% 0,86% 0,00% 2,75% 1,86%
De 360.000,01 a 540.000,00 6,84% 0,27% 0,31% 0,95% 0,23% 2,75% 2,33%
De 540.000,01 a 720.000,00 7,54% 0,35% 0,35% 1,04% 0,25% 2,99% 2,56%
De 720.000,01 a 900.000,00 7,60% 0,35% 0,35% 1,05% 0,25% 3,02% 2,58%
De 900.000,01 a 1.080.000,00 8,28% 0,38% 0,38% 1,15% 0,27% 3,28% 2,82%
De 1.080.000,01 a 1.260.000,00 8,36% 0,39% 0,39% 1,16% 0,28% 3,30% 2,84%
De 1.260.000,01 a 1.440.000,00 8,45% 0,39% 0,39% 1,17% 0,28% 3,35% 2,87%
De 1.440.000,01 a 1.620.000,00 9,03% 0,42% 0,42% 1,25% 0,30% 3,57% 3,07%
De 1.620.000,01 a 1.800.000,00 9,12% 0,43% 0,43% 1,26% 0,30% 3,60% 3,10%
De 1.800.000,01 a 1.980.000,00 9,95% 0,46% 0,46% 1,38% 0,33% 3,94% 3,38%
De 1.980.000,01 a 2.160.000,00 10,04% 0,46% 0,46% 1,39% 0,33% 3,99% 3,41%
De 2.160.000,01 a 2.340.000,00 10,13% 0,47% 0,47% 1,40% 0,33% 4,01% 3,45%
De 2.340.000,01 a 2.520.000,00 10,23% 0,47% 0,47% 1,42% 0,34% 4,05% 3,48%
De 2.520.000,01 a 2.700.000,00 10,32% 0,48% 0,48% 1,43% 0,34% 4,08% 3,51%
De 2.700.000,01 a 2.880.000,00 11,23% 0,52% 0,52% 1,56% 0,37% 4,44% 3,82%
De 2.880.000,01 a 3.060.000,00 11,32% 0,52% 0,52% 1,57% 0,37% 4,49% 3,85%
De 3.060.000,01 a 3.240.000,00 11,42% 0,53% 0,53% 1,58% 0,38% 4,52% 3,88%
De 3.240.000,01 a 3.420.000,00 11,51% 0,53% 0,53% 1,60% 0,38% 4,56% 3,91%
De 3.420.000,01 a 3.600.000,00 11,61% 0,54% 0,54% 1,60% 0,38% 4,60% 3,95%

Fonte TBR WEB

Tabela Anexo I 2018
Alíquotas do Simples Nacional – Comércio
Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Alíquota Valor a Deduzir (em R$)
1ª Faixa Até 180.000,00 4,00%
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 7,30% 5.940,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 9,50% 13.860,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 10,70% 22.500,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,30% 87.300,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 19,00% 378.000,00
Simulações da alíquota Efetiva do Simples Nacional 2018
Alíquotas do Simples Nacional – Comércio
Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Simulação Receita Acumulada Alíquota Valor a Deduzir (em R$) Alíquota Efetiva
1ª Faixa Até 180.000,00 4,00% 4,00%
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00        200.000,00 7,30% 5.940,00 4,33%
       240.000,00 7,30% 5.940,00 4,83%
       280.000,00 7,30% 5.940,00 5,18%
       320.000,00 7,30% 5.940,00 5,44%
       360.000,00 7,30% 5.940,00 5,65%
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00        400.000,00 9,50% 13.860,00 6,04%
       440.000,00 9,50% 13.860,00 6,35%
       480.000,00 9,50% 13.860,00 6,61%
       520.000,00 9,50% 13.860,00 6,83%
       560.000,00 9,50% 13.860,00 7,03%
       600.000,00 9,50% 13.860,00 7,19%
       640.000,00 9,50% 13.860,00 7,33%
       680.000,00 9,50% 13.860,00 7,46%
       720.000,00 9,50% 13.860,00 7,58%
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00        800.000,00 10,70% 22.500,00 7,89%
       880.000,00 10,70% 22.500,00 8,14%
       960.000,00 10,70% 22.500,00 8,36%
   1.040.000,00 10,70% 22.500,00 8,54%
   1.120.000,00 10,70% 22.500,00 8,69%
   1.200.000,00 10,70% 22.500,00 8,83%
   1.280.000,00 10,70% 22.500,00 8,94%
   1.360.000,00 10,70% 22.500,00 9,05%
   1.440.000,00 10,70% 22.500,00 9,14%
   1.520.000,00 10,70% 22.500,00 9,22%
   1.600.000,00 10,70% 22.500,00 9,29%
   1.680.000,00 10,70% 22.500,00 9,36%
   1.760.000,00 10,70% 22.500,00 9,42%
   1.800.000,00 10,70% 22.500,00 9,45%
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00    1.950.000,00 14,30% 87.300,00 9,82%
   2.100.000,00 14,30% 87.300,00 10,14%
   2.250.000,00 14,30% 87.300,00 10,42%
   2.400.000,00 14,30% 87.300,00 10,66%
   2.550.000,00 14,30% 87.300,00 10,88%
   2.700.000,00 14,30% 87.300,00 11,07%
   2.850.000,00 14,30% 87.300,00 11,24%
   3.000.000,00 14,30% 87.300,00 11,39%
   3.150.000,00 14,30% 87.300,00 11,53%
   3.300.000,00 14,30% 87.300,00 11,65%
   3.450.000,00 14,30% 87.300,00 11,77%
   3.600.000,00 14,30% 87.300,00 11,88%
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00    3.700.000,00 19,00% 378.000,00 8,78%
   3.800.000,00 19,00% 378.000,00 9,05%
Obs: à partir dessa faixa o ICMS deverá ser pago separadamente, sendo que a Sefaz ainda não determinou como será feito tal recolhimento.    3.900.000,00 19,00% 378.000,00 9,31%
   4.000.000,00 19,00% 378.000,00 9,55%
   4.100.000,00 19,00% 378.000,00 9,78%
   4.200.000,00 19,00% 378.000,00 10,00%
   4.300.000,00 19,00% 378.000,00 10,21%
   4.400.000,00 19,00% 378.000,00 10,41%
   4.500.000,00 19,00% 378.000,00 10,60%
   4.600.000,00 19,00% 378.000,00 10,78%
   4.700.000,00 19,00% 378.000,00 10,96%
   4.800.000,00 19,00% 378.000,00 11,13%
Alíquotas e Partilha do Simples Nacional – Indústria
Base Legal: Lei Complementar nº 123/2006. Vigência: 01/01/2012.
Receita Bruta em 12 meses (em R$) Alíquota IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP ICMS IPI
Até 180.000,00 4,50% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 2,75% 1,25% 0,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 5,97% 0,00% 0,00% 0,86% 0,00% 2,75% 1,86% 0,50%
De 360.000,01 a 540.000,00 7,34% 0,27% 0,31% 0,95% 0,23% 2,75% 2,33% 0,50%
De 540.000,01 a 720.000,00 8,04% 0,35% 0,35% 1,04% 0,25% 2,99% 2,56% 0,50%
De 720.000,01 a 900.000,00 8,10% 0,35% 0,35% 1,05% 0,25% 3,02% 2,58% 0,50%
De 900.000,01 a 1.080.000,00 8,78% 0,38% 0,38% 1,15% 0,27% 3,28% 2,82% 0,50%
De 1.080.000,01 a 1.260.000,00 8,86% 0,39% 0,39% 1,16% 0,28% 3,30% 2,84% 0,50%
De 1.260.000,01 a 1.440.000,00 8,95% 0,39% 0,39% 1,17% 0,28% 3,35% 2,87% 0,50%
De 1.440.000,01 a 1.620.000,00 9,53% 0,42% 0,42% 1,25% 0,30% 3,57% 3,07% 0,50%
De 1.620.000,01 a 1.800.000,00 9,62% 0,42% 0,42% 1,26% 0,30% 3,62% 3,10% 0,50%
De 1.800.000,01 a 1.980.000,00 10,45% 0,46% 0,46% 1,38% 0,33% 3,94% 3,38% 0,50%
De 1.980.000,01 a 2.160.000,00 10,54% 0,46% 0,46% 1,39% 0,33% 3,99% 3,41% 0,50%
De 2.160.000,01 a 2.340.000,00 10,63% 0,47% 0,47% 1,40% 0,33% 4,01% 3,45% 0,50%
De 2.340.000,01 a 2.520.000,00 10,73% 0,47% 0,47% 1,42% 0,34% 4,05% 3,48% 0,50%
De 2.520.000,01 a 2.700.000,00 10,82% 0,48% 0,48% 1,43% 0,34% 4,08% 3,51% 0,50%
De 2.700.000,01 a 2.880.000,00 11,73% 0,52% 0,52% 1,56% 0,37% 4,44% 3,82% 0,50%
De 2.880.000,01 a 3.060.000,00 11,82% 0,52% 0,52% 1,57% 0,37% 4,49% 3,85% 0,50%
De 3.060.000,01 a 3.240.000,00 11,92% 0,53% 0,53% 1,58% 0,38% 4,52% 3,88% 0,50%
De 3.240.000,01 a 3.420.000,00 12,01% 0,53% 0,53% 1,60% 0,38% 4,56% 3,91% 0,50%
De 3.420.000,01 a 3.600.000,00 12,11% 0,54% 0,54% 1,60% 0,38% 4,60% 3,95% 0,50%

Fonte TBR WEB

Tabela Anexo II – Indústria – 2018
Alíquotas do Simples Nacional – Indústria
Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Alíquota Valor a Deduzir (em R$)
1ª Faixa Até R$ 180.0000,00 4,50% 0
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 7,90% 5.940,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 10,00% 13.860,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 11,20% 22.500,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,70% 85.000,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,00% 720.000,00
Simulações da alíquota Efetiva do Simples Nacional 2018
Alíquotas do Simples Nacional – Indústria
Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Simulação Receita Acumulada Alíquota Valor a Deduzir (em R$) Alíquota Efetiva
1ª Faixa Até 180.000,00 4,50% 4,50%
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00        200.000,00 7,90% 5.940,00 4,93%
       240.000,00 7,90% 5.940,00 5,43%
       280.000,00 7,90% 5.940,00 5,78%
       320.000,00 7,90% 5.940,00 6,04%
       360.000,00 7,90% 5.940,00 6,25%
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00        400.000,00 10,00% 13.860,00 6,54%
       440.000,00 10,00% 13.860,00 6,85%
       480.000,00 10,00% 13.860,00 7,11%
       520.000,00 10,00% 13.860,00 7,33%
       560.000,00 10,00% 13.860,00 7,53%
       600.000,00 10,00% 13.860,00 7,69%
       640.000,00 10,00% 13.860,00 7,83%
       680.000,00 10,00% 13.860,00 7,96%
       720.000,00 10,00% 13.860,00 8,08%
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00        800.000,00 11,20% 22.500,00 8,39%
       880.000,00 11,20% 22.500,00 8,64%
       960.000,00 11,20% 22.500,00 8,86%
   1.040.000,00 11,20% 22.500,00 9,04%
   1.120.000,00 11,20% 22.500,00 9,19%
   1.200.000,00 11,20% 22.500,00 9,33%
   1.280.000,00 11,20% 22.500,00 9,44%
   1.360.000,00 11,20% 22.500,00 9,55%
   1.440.000,00 11,20% 22.500,00 9,64%
   1.520.000,00 11,20% 22.500,00 9,72%
   1.600.000,00 11,20% 22.500,00 9,79%
   1.680.000,00 11,20% 22.500,00 9,86%
   1.760.000,00 11,20% 22.500,00 9,92%
   1.800.000,00 11,20% 22.500,00 9,95%
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00    1.950.000,00 14,70% 85.000,00 10,34%
   2.100.000,00 14,70% 85.000,00 10,65%
   2.250.000,00 14,70% 85.000,00 10,92%
   2.400.000,00 14,70% 85.000,00 11,16%
   2.550.000,00 14,70% 85.000,00 11,37%
   2.700.000,00 14,70% 85.000,00 11,55%
   2.850.000,00 14,70% 85.000,00 11,72%
   3.000.000,00 14,70% 85.000,00 11,87%
   3.150.000,00 14,70% 85.000,00 12,00%
   3.300.000,00 14,70% 85.000,00 12,12%
   3.450.000,00 14,70% 85.000,00 12,24%
   3.600.000,00 14,70% 85.000,00 12,34%
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00    3.700.000,00 30,00% 720.000,00 10,54%
   3.800.000,00 30,00% 720.000,00 11,05%
Obs: à partir dessa faixa o ICMS deverá ser pago separadamente, sendo que a Sefaz ainda não determinou como será feito tal recolhimento.    3.900.000,00 30,00% 720.000,00 11,54%
   4.000.000,00 30,00% 720.000,00 12,00%
   4.100.000,00 30,00% 720.000,00 12,44%
   4.200.000,00 30,00% 720.000,00 12,86%
   4.300.000,00 30,00% 720.000,00 13,26%
   4.400.000,00 30,00% 720.000,00 13,64%
   4.500.000,00 30,00% 720.000,00 14,00%
   4.600.000,00 30,00% 720.000,00 14,35%
   4.700.000,00 30,00% 720.000,00 14,68%
   4.800.000,00 30,00% 720.000,00 15,00%
Alíquotas e Partilha do Simples Nacional – Receitas de Locação de Serviços não relacionados nos Parágrafos 5º-C e 5º-D do art. 18 desta Lei Complementar.
Base Legal: Lei Complementar nº 123/2006. Vigência: 01/01/2012.
Receita Bruta em 12 meses (em R$) ALÍQUOTA IRPJ CSLL COFINS PIS/PASEP CPP ISS
Até 180.000,00 6,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 4,00% 2,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 8,21% 0,00% 0,00% 1,42% 0,00% 4,00% 2,79%
De 360.000,01 a 540.000,00 10,26% 0,48% 0,43% 1,43% 0,35% 4,07% 3,50%
De 540.000,01 a 720.000,00 11,31% 0,53% 0,53% 1,56% 0,38% 4,47% 3,84%
De 720.000,01 a 900.000,00 11,40% 0,53% 0,52% 1,58% 0,38% 4,52% 3,87%
De 900.000,01 a 1.080.000,00 12,42% 0,57% 0,57% 1,73% 0,40% 4,92% 4,23%
De 1.080.000,01 a 1.260.000,00 12,54% 0,59% 0,56% 1,74% 0,42% 4,97% 4,26%
De 1.260.000,01 a 1.440.000,00 12,68% 0,59% 0,57% 1,76% 0,42% 5,03% 4,31%
De 1.440.000,01 a 1.620.000,00 13,55% 0,63% 0,61% 1,88% 0,45% 5,37% 4,61%
De 1.620.000,01 a 1.800.000,00 13,68% 0,63% 0,64% 1,89% 0,45% 5,42% 4,65%
De 1.800.000,01 a 1.980.000,00 14,93% 0,69% 0,69% 2,07% 0,50% 5,98% 5,00%
De 1.980.000,01 a 2.160.000,00 15,06% 0,69% 0,69% 2,09% 0,50% 6,09% 5,00%
De 2.160.000,01 a 2.340.000,00 15,20% 0,71% 0,70% 2,10% 0,50% 6,19% 5,00%
De 2.340.000,01 a 2.520.000,00 15,35% 0,71% 0,70% 2,13% 0,51% 6,30% 5,00%
De 2.520.000,01 a 2.700.000,00 15,48% 0,72% 0,70% 2,15% 0,51% 6,40% 5,00%
De 2.700.000,01 a 2.880.000,00 16,85% 0,78% 0,76% 2,34% 0,56% 7,41% 5,00%
De 2.880.000,01 a 3.060.000,00 16,98% 0,78% 0,78% 2,36% 0,56% 7,50% 5,00%
De 3.060.000,01 a 3.240.000,00 17,13% 0,80% 0,79% 2,37% 0,57% 7,60% 5,00%
De 3.240.000,01 a 3.420.000,00 17,27% 0,80% 0,79% 2,40% 0,57% 7,71% 5,00%
De 3.420.000,01 a 3.600.000,00 17,42% 0,81% 0,79% 2,42% 0,57% 7,83% 5,00%

Fonte TBR WEB

Alíquotas do Simples Nacional – Serviços (Anexo III)
Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Alíquota Valor a Deduzir (em R$)
1ª Faixa Até 180.000,00 6,00%
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% 9.360,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 13,50% 17.640,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% 35.640,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% 125.640,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% 648.000,00
Simulações da alíquota Efetiva do Simples Nacional 2018
Alíquotas do Simples Nacional – Serviços (Anexo III)
Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Simulação Receita Acumulada Alíquota Valor a Deduzir (em R$) Alíquota Efetiva
1ª Faixa Até 180.000,00 6,00% 6,00%
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00        200.000,00 11,20% 9.360,00 6,52%
       240.000,00 11,20% 9.360,00 7,30%
       280.000,00 11,20% 9.360,00 7,86%
       320.000,00 11,20% 9.360,00 8,28%
       360.000,00 11,20% 9.360,00 8,60%
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00        400.000,00 13,50% 17.640,00 9,09%
       440.000,00 13,50% 17.640,00 9,49%
       480.000,00 13,50% 17.640,00 9,83%
       520.000,00 13,50% 17.640,00 10,11%
       560.000,00 13,50% 17.640,00 10,35%
       600.000,00 13,50% 17.640,00 10,56%
       640.000,00 13,50% 17.640,00 10,74%
       680.000,00 13,50% 17.640,00 10,91%
       720.000,00 13,50% 17.640,00 11,05%
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00        800.000,00 16,00% 35.640,00 11,55%
       880.000,00 16,00% 35.640,00 11,95%
       960.000,00 16,00% 35.640,00 12,29%
   1.040.000,00 16,00% 35.640,00 12,57%
   1.120.000,00 16,00% 35.640,00 12,82%
   1.200.000,00 16,00% 35.640,00 13,03%
   1.280.000,00 16,00% 35.640,00 13,22%
   1.360.000,00 16,00% 35.640,00 13,38%
   1.440.000,00 16,00% 35.640,00 13,53%
   1.520.000,00 16,00% 35.640,00 13,66%
   1.600.000,00 16,00% 35.640,00 13,77%
   1.680.000,00 16,00% 35.640,00 13,88%
   1.760.000,00 16,00% 35.640,00 13,98%
   1.800.000,00 16,00% 35.640,00 14,02%
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00    1.950.000,00 21,00% 125.640,00 14,56%
   2.100.000,00 21,00% 125.640,00 15,02%
   2.250.000,00 21,00% 125.640,00 15,42%
   2.400.000,00 21,00% 125.640,00 15,77%
   2.550.000,00 21,00% 125.640,00 16,07%
   2.700.000,00 21,00% 125.640,00 16,35%
   2.850.000,00 21,00% 125.640,00 16,59%
   3.000.000,00 21,00% 125.640,00 16,81%
   3.150.000,00 21,00% 125.640,00 17,01%
   3.300.000,00 21,00% 125.640,00 17,19%
   3.450.000,00 21,00% 125.640,00 17,36%
   3.600.000,00 21,00% 125.640,00 17,51%
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00    3.700.000,00 33,00% 648.000,00 15,49%
   3.800.000,00 33,00% 648.000,00 15,95%
Obs: à partir dessa faixa o ISS deverá ser pago separadamente, sendo que o governo ainda não determinou como será feito tal recolhimento.    3.900.000,00 33,00% 648.000,00 16,38%
   4.000.000,00 33,00% 648.000,00 16,80%
   4.100.000,00 33,00% 648.000,00 17,20%
   4.200.000,00 33,00% 648.000,00 17,57%
   4.300.000,00 33,00% 648.000,00 17,93%
   4.400.000,00 33,00% 648.000,00 18,27%
   4.500.000,00 33,00% 648.000,00 18,60%
   4.600.000,00 33,00% 648.000,00 18,91%
   4.700.000,00 33,00% 648.000,00 19,21%
   4.800.000,00 33,00% 648.000,00 19,50%
Alíquotas e Partilha do Simples Nacional – Receitas decorrentes da prestação de serviços relacionados no Parágrafo 5º-C do art. 18 desta Lei Complementar.
Base Legal: Lei Complementar nº 123/2006. Vigência: 01/01/2012
Receita Bruta em 12 meses (em R$) Alíquota IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep ISS
Até 180.000,00 4,50% 0,00% 1,22% 1,28% 0,00% 2,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 6,54% 0,00% 1,84% 1,91% 0,00% 2,79%
De 360.000,01 a 540.000,00 7,70% 0,16% 1,85% 1,95% 0,24% 3,50%
De 540.000,01 a 720.000,00 8,49% 0,52% 1,87% 1,99% 0,27% 3,84%
De 720.000,01 a 900.000,00 8,97% 0,89% 1,89% 2,03% 0,29% 3,87%
De 900.000,01 a 1.080.000,00 9,78% 1,25% 1,91% 2,07% 0,32% 4,23%
De 1.080.000,01 a 1.260.000,00 10,26% 1,62% 1,93% 2,11% 0,34% 4,26%
De 1.260.000,01 a 1.440.000,00 10,76% 2,00% 1,95% 2,15% 0,35% 4,31%
De 1.440.000,01 a 1.620.000,00 11,51% 2,37% 1,97% 2,19% 0,37% 4,61%
De 1.620.000,01 a 1.800.000,00 12,00% 2,74% 2,00% 2,23% 0,38% 4,65%
De 1.800.000,01 a 1.980.000,00 12,80% 3,12% 2,01% 2,27% 0,40% 5,00%
De 1.980.000,01 a 2.160.000,00 13,25% 3,49% 2,03% 2,31% 0,42% 5,00%
De 2.160.000,01 a 2.340.000,00 13,70% 3,86% 2,05% 2,35% 0,44% 5,00%
De 2.340.000,01 a 2.520.000,00 14,15% 4,23% 2,07% 2,39% 0,46% 5,00%
De 2.520.000,01 a 2.700.000,00 14,60% 4,60% 2,10% 2,43% 0,47% 5,00%
De 2.700.000,01 a 2.880.000,00 15,05% 4,90% 2,19% 2,47% 0,49% 5,00%
De 2.880.000,01 a 3.060.000,00 15,50% 5,21% 2,27% 2,51% 0,51% 5,00%
De 3.060.000,01 a 3.240.000,00 15,95% 5,51% 2,36% 2,55% 0,53% 5,00%
De 3.240.000,01 a 3.420.000,00 16,40% 5,81% 2,45% 2,59% 0,55% 5,00%
De 3.420.000,01 a 3.600.000,00 16,85% 6,12% 2,53% 2,63% 0,57% 5,00%

Fonte TBR WEB

Alíquotas do Simples Nacional – Serviços (Anexo IV)
Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Alíquota Valor a Deduzir (em R$)
1ª Faixa Até R$ 180.0000,00 4,50% 0
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 9,00% 8.100,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 10,20% 12.420,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 14,00% 39.780,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 22,00% 183.780,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% 828.000,00
Simulações da alíquota Efetiva do Simples Nacional 2018
Alíquotas do Simples Nacional – Serviços (Anexo IV)
Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Simulação Receita Acumulada Alíquota Valor a Deduzir (em R$) Alíquota Efetiva
1ª Faixa Até 180.000,00 4,50% 4,50%
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00        200.000,00 9,00% 8.100,00 4,95%
       240.000,00 9,00% 8.100,00 5,63%
       280.000,00 9,00% 8.100,00 6,11%
       320.000,00 9,00% 8.100,00 6,47%
       360.000,00 9,00% 8.100,00 6,75%
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00        400.000,00 10,20% 12.420,00 7,10%
       440.000,00 10,20% 12.420,00 7,38%
       480.000,00 10,20% 12.420,00 7,61%
       520.000,00 10,20% 12.420,00 7,81%
       560.000,00 10,20% 12.420,00 7,98%
       600.000,00 10,20% 12.420,00 8,13%
       640.000,00 10,20% 12.420,00 8,26%
       680.000,00 10,20% 12.420,00 8,37%
       720.000,00 10,20% 12.420,00 8,48%
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00        800.000,00 14,00% 39.780,00 9,03%
       880.000,00 14,00% 39.780,00 9,48%
       960.000,00 14,00% 39.780,00 9,86%
   1.040.000,00 14,00% 39.780,00 10,18%
   1.120.000,00 14,00% 39.780,00 10,45%
   1.200.000,00 14,00% 39.780,00 10,69%
   1.280.000,00 14,00% 39.780,00 10,89%
   1.360.000,00 14,00% 39.780,00 11,08%
   1.440.000,00 14,00% 39.780,00 11,24%
   1.520.000,00 14,00% 39.780,00 11,38%
   1.600.000,00 14,00% 39.780,00 11,51%
   1.680.000,00 14,00% 39.780,00 11,63%
   1.760.000,00 14,00% 39.780,00 11,74%
   1.800.000,00 14,00% 39.780,00 11,79%
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00    1.950.000,00 22,00% 183.780,00 12,58%
   2.100.000,00 22,00% 183.780,00 13,25%
   2.250.000,00 22,00% 183.780,00 13,83%
   2.400.000,00 22,00% 183.780,00 14,34%
   2.550.000,00 22,00% 183.780,00 14,79%
   2.700.000,00 22,00% 183.780,00 15,19%
   2.850.000,00 22,00% 183.780,00 15,55%
   3.000.000,00 22,00% 183.780,00 15,87%
   3.150.000,00 22,00% 183.780,00 16,17%
   3.300.000,00 22,00% 183.780,00 16,43%
   3.450.000,00 22,00% 183.780,00 16,67%
   3.600.000,00 22,00% 183.780,00 16,90%
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00    3.700.000,00 33,00% 828.000,00 10,62%
   3.800.000,00 33,00% 828.000,00 11,21%
Obs: à partir dessa faixa o ISS deverá ser pago separadamente, sendo que o governo ainda não determinou como será feito tal recolhimento.    3.900.000,00 33,00% 828.000,00 11,77%
   4.000.000,00 33,00% 828.000,00 12,30%
   4.100.000,00 33,00% 828.000,00 12,80%
   4.200.000,00 33,00% 828.000,00 13,29%
   4.300.000,00 33,00% 828.000,00 13,74%
   4.400.000,00 33,00% 828.000,00 14,18%
   4.500.000,00 33,00% 828.000,00 14,60%
   4.600.000,00 33,00% 828.000,00 15,00%
   4.700.000,00 33,00% 828.000,00 15,38%
   4.800.000,00 33,00% 828.000,00 15,75%
Alíquotas e Partilha do Simples Nacional – Receitas decorrentes da prestação de serviços relacionados no Parágrafo 5º-D do art. 18 desta Lei Complementar.
Base Legal: Lei Complementar nº 123/2006. Vigência: 01/01/2012.

1. Será apurada a relação (r) conforme abaixo:

(r) = Folha de Salários incluídos encargos (em 12 meses) Receita Bruta (em 12 meses)

2. Nas hipóteses em que (r) corresponda aos intervalos centesimais da Tabela V-A, onde “<” significa menor que, “>” significa maior que, “≤” significa igual ou menor que e “≥” significa maior ou igual que, as alíquotas do Simples Nacional relativas ao IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins e CPP corresponderão ao seguinte:

TABELA V-A
Receita Bruta em 12 meses (em R$) (r)<0,10 0,10≤ (r) e (r) < 0,15 0,15≤ (r) e (r) < 0,20 0,20≤ (r) e (r) < 0,25 0,25≤ (r) e (r) < 0,30 0,30≤ (r) e (r) < 0,35 0,35≤ (r) e (r) < 0,40 (r) ≥ 0,40
Até 180.000,00 17,50% 15,70% 13,70% 11,82% 10,47% 9,97% 8,80% 8,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 17,52% 15,75% 13,90% 12,60% 12,33% 10,72% 9,10% 8,48%
De 360.000,01 a 540.000,00 17,55% 15,95% 14,20% 12,90% 12,64% 11,11% 9,58% 9,03%
De 540.000,01 a 720.000,00 17,95% 16,70% 15,00% 13,70% 13,45% 12,00% 10,56% 9,34%
De 720.000,01 a 900.000,00 18,15% 16,95% 15,30% 14,03% 13,53% 12,40% 11,04% 10,06%
De 900.000,01 a 1.080.000,00 18,45% 17,20% 15,40% 14,10% 13,60% 12,60% 11,60% 10,60%
De 1.080.000,01 a 1.260.000,00 18,55% 17,30% 15,50% 14,11% 13,68% 12,68% 11,68% 10,68%
De 1.260.000,01 a 1.440.000,00 18,62% 17,32% 15,60% 14,12% 13,69% 12,69% 11,69% 10,69%
De 1.440.000,01 a 1.620.000,00 18,72% 17,42% 15,70% 14,13% 14,08% 13,08% 12,08% 11,08%
De 1.620.000,01 a 1.800.000,00 18,86% 17,56% 15,80% 14,14% 14,09% 13,09% 12,09% 11,09%
De 1.800.000,01 a 1.980.000,00 18,96% 17,66% 15,90% 14,49% 14,45% 13,61% 12,78% 11,87%
De 1.980.000,01 a 2.160.000,00 19,06% 17,76% 16,00% 14,67% 14,64% 13,89% 13,15% 12,28%
De 2.160.000,01 a 2.340.000,00 19,26% 17,96% 16,20% 14,86% 14,82% 14,17% 13,51% 12,68%
De 2.340.000,01 a 2.520.000,00 19,56% 18,30% 16,50% 15,46% 15,18% 14,61% 14,04% 13,26%
De 2.520.000,01 a 2.700.000,00 20,70% 19,30% 17,45% 16,24% 16,00% 15,52% 15,03% 14,29%
De 2.700.000,01 a 2.880.000,00 21,20% 20,00% 18,20% 16,91% 16,72% 16,32% 15,93% 15,23%
De 2.880.000,01 a 3.060.000,00 21,70% 20,50% 18,70% 17,40% 17,13% 16,82% 16,38% 16,17%
De 3.060.000,01 a 3.240.000,00 22,20% 20,90% 19,10% 17,80% 17,55% 17,22% 16,82% 16,51%
De 3.240.000,01 a 3.420.000,00 22,50% 21,30% 19,50% 18,20% 17,97% 17,44% 17,21% 16,94%
De 3.420.000,01 a 3.600.000,00 22,90% 21,80% 20,00% 18,60% 18,40% 17,85% 17,60% 17,18%

3. Somar-se-á a alíquota do Simples Nacional relativa ao IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins e CPP apurada na forma acima a parcela correspondente ao ISS prevista no Anexo IV.

4. A partilha das receitas relativas ao IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins e CPP arrecadadas na forma deste Anexo será realizada com base nos parâmetros definidos na Tabela V-B, onde:

(I) = pontos percentuais da partilha destinada à CPP;

(J) = pontos percentuais da partilha destinada ao IRPJ, calculados após o resultado do fator (I);

(K) = pontos percentuais da partilha destinada à CSLL, calculados após o resultado dos fatores (I) e (J);

(L) = pontos percentuais da partilha destinada à Cofins, calculados após o resultado dos fatores (I), (J) e (K);

(M) = pontos percentuais da partilha destinada à contribuição para o PIS/Pasep, calculados após os resultados dos fatores (I), (J), (K) e (L);

(I) + (J) + (K) + (L) + (M) = 100

(N) = relação (r) dividida por 0,004, limitando-se o resultado a 100;

(P) = 0,1 dividido pela relação (r), limitando-se o resultado a 1.

TABELA V-B
Receita Bruta em 12 meses (em R$) CPP IRPJ CSLL COFINS PIS/PASEP
I J K L M
Até 180.000,00 N x
0,9
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 180.000,01 a 360.000,00 N x
0,875
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 360.000,01 a 540.000,00 N x
0,85
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 540.000,01 a 720.000,00 N x
0,825
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 720.000,01 a 900.000,00 N x
0,8
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 900.000,01 a 1.080.000,00 N x
0,775
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 1.080.000,01 a 1.260.000,00 N x
0,75
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 1.260.000,01 a 1.440.000,00 N x
0,725
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 1.440.000,01 a 1.620.000,00 N x
0,7
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 1.620.000,01 a 1.800.000,00 N x
0,675
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 1.800.000,01 a 1.980.000,00 N x
0,65
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 1.980.000,01 a 2.160.000,00 N x
0,625
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 2.160.000,01 a 2.340.000,00 N x
0,6
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 2.340.000,01 a 2.520.000,00 N x
0,575
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 2.520.000,01 a 2.700.000,00 N x
0,55
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 2.700.000,01 a 2.880.000,00 N x
0,525
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 2.880.000,01 a 3.060.000,00 N x
0,5
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 3.060.000,01 a 3.240.000,00 N x
0,475
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 3.240.000,01 a 3.420.000,00 N x
0,45
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L
De 3.420.000,01 a 3.600.000,00 N x
0,425
0,75 X
(100 – I)
X P
0,25 X
(100 – I)
X P
0,75 X
(100 – I – J – K)
100 – I – J – K – L

Fonte TBR WEB

Alíquotas do Simples Nacional – Serviços (Anexo V)
Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Alíquota Valor a Deduzir (em R$)
1ª Faixa Até R$ 180.0000,00 15,50% 0
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% 4.500,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% 9.900,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% 17.100,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% 62.100,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% 540.000,00
Simulações da alíquota Efetiva do Simples Nacional 2018
Alíquotas do Simples Nacional – Serviços (Anexo V)
Receita Bruta em 12 Meses (em R$) Simulação Receita Acumulada Alíquota Valor a Deduzir (em R$) Alíquota Efetiva
1ª Faixa Até 180.000,00 15,50% 15,50%
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00        200.000,00 18,00% 4.500,00 15,75%
       240.000,00 18,00% 4.500,00 16,13%
       280.000,00 18,00% 4.500,00 16,39%
       320.000,00 18,00% 4.500,00 16,59%
       360.000,00 18,00% 4.500,00 16,75%
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00        400.000,00 19,50% 9.900,00 17,03%
       440.000,00 19,50% 9.900,00 17,25%
       480.000,00 19,50% 9.900,00 17,44%
       520.000,00 19,50% 9.900,00 17,60%
       560.000,00 19,50% 9.900,00 17,73%
       600.000,00 19,50% 9.900,00 17,85%
       640.000,00 19,50% 9.900,00 17,95%
       680.000,00 19,50% 9.900,00 18,04%
       720.000,00 19,50% 9.900,00 18,13%
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00        800.000,00 20,50% 17.100,00 18,36%
       880.000,00 20,50% 17.100,00 18,56%
       960.000,00 20,50% 17.100,00 18,72%
   1.040.000,00 20,50% 17.100,00 18,86%
   1.120.000,00 20,50% 17.100,00 18,97%
   1.200.000,00 20,50% 17.100,00 19,08%
   1.280.000,00 20,50% 17.100,00 19,16%
   1.360.000,00 20,50% 17.100,00 19,24%
   1.440.000,00 20,50% 17.100,00 19,31%
   1.520.000,00 20,50% 17.100,00 19,38%
   1.600.000,00 20,50% 17.100,00 19,43%
   1.680.000,00 20,50% 17.100,00 19,48%
   1.760.000,00 20,50% 17.100,00 19,53%
   1.800.000,00 20,50% 17.100,00 19,55%
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00    1.950.000,00 23,00% 62.100,00 19,82%
   2.100.000,00 23,00% 62.100,00 20,04%
   2.250.000,00 23,00% 62.100,00 20,24%
   2.400.000,00 23,00% 62.100,00 20,41%
   2.550.000,00 23,00% 62.100,00 20,56%
   2.700.000,00 23,00% 62.100,00 20,70%
   2.850.000,00 23,00% 62.100,00 20,82%
   3.000.000,00 23,00% 62.100,00 20,93%
   3.150.000,00 23,00% 62.100,00 21,03%
   3.300.000,00 23,00% 62.100,00 21,12%
   3.450.000,00 23,00% 62.100,00 21,20%
   3.600.000,00 23,00% 62.100,00 21,28%
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00    3.700.000,00 30,50% 540.000,00 15,91%
   3.800.000,00 30,50% 540.000,00 16,29%
Obs: à partir dessa faixa o ISS deverá ser pago separadamente, sendo que o governo ainda não determinou como será feito tal recolhimento.    3.900.000,00 30,50% 540.000,00 16,65%
   4.000.000,00 30,50% 540.000,00 17,00%
   4.100.000,00 30,50% 540.000,00 17,33%
   4.200.000,00 30,50% 540.000,00 17,64%
   4.300.000,00 30,50% 540.000,00 17,94%
   4.400.000,00 30,50% 540.000,00 18,23%
   4.500.000,00 30,50% 540.000,00 18,50%
   4.600.000,00 30,50% 540.000,00 18,76%
   4.700.000,00 30,50% 540.000,00 19,01%
   4.800.000,00 30,50% 540.000,00 19,25%

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional – Receitas decorrentes da prestação de serviços relacionados no § 5o-I do art. 18 desta Lei Complementar.

Lei Complementar nº 147/2014. Vigência: 1o de janeiro de 2015.

1. Será apurada a relação (r) conforme abaixo:

(r) = Folha de Salários incluídos encargos (em 12 meses)

Receita Bruta (em 12 meses)

2. A partilha das receitas relativas ao IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins e CPP arrecadadas na forma deste Anexo será realizada com base nos parâmetros definidos na Tabela V-B do Anexo V desta Lei Complementar.

3. Independentemente do resultado da relação (r), as alíquotas do Simples Nacional corresponderão ao seguinte:

TABELA VI
Receita Bruta em 12 meses (em R$) Alíquota IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins e CPP ISS
Até 180.000,00 16,93% 14,93% 2,00%
De 180.000,01 a 360.000,00 17,72% 14,93% 2,79%
De 360.000,01 a 540.000,00 18,43% 14,93% 3,50%
De 540.000,01 a 720.000,00 18,77% 14,93% 3,84%
De 720.000,01 a 900.000,00 19,04% 15,17% 3,87%
De 900.000,01 a 1.080.000,00 19,94% 15,71% 4,23%
De 1.080.000,01 a 1.260.000,00 20,34% 16,08% 4,26%
De 1.260.000,01 a 1.440.000,00 20,66% 16,35% 4,31%
De 1.440.000,01 a 1.620.000,00 21,17% 16,56% 4,61%
De 1.620.000,01 a 1.800.000,00 21,38% 16,73% 4,65%
De 1.800.000,01 a 1.980.000,00 21,86% 16,86% 5,00%
De 1.980.000,01 a 2.160.000,00 21,97% 16,97% 5,00%
De 2.160.000,01 a 2.340.000,00 22,06% 17,06% 5,00%
De 2.340.000,01 a 2.520.000,00 22,14% 17,14% 5,00%
De 2.520.000,01 a 2.700.000,00 22,21% 17,21% 5,00%
De 2.700.000,01 a 2.880.000,00 22,21% 17,21% 5,00%
De 2.880.000,01 a 3.060.000,00 22,32% 17,32% 5,00%
De 3.060.000,01 a 3.240.000,00 22,37% 17,37% 5,00%
De 3.240.000,01 a 3.420.000,00 22,41% 17,41% 5,00%
De 3.420.000,01 a 3.600.000,00 22,45% 17,45% 5,00%

Fonte TBR WE

IRPF

Tabela do imposto de renda pessoa física para o ano 2015
A partir do mês de abril do ano-calendário de 2015:
Base de Cálculo em R$ Alíquota % Parcela a Deduzir do Imposto em R$
Até 1.903,98
De 1.903,99 até 2.826,65 7,5 142,80
De 2.826,66 até 3.751,05 15 354,80
De 3.751,06 até 4.664,68 22,5 636,13
Acima de 4.664,68 27,5 869,36
Nos meses de janeiro a março do ano-calendário de 2015:
Base de Cálculo em R$ Alíquota % Parcela a Deduzir do Imposto em R$
Até 1.787,77
De 1.787,78 até 2.679,29 7,5 134,08
De 2.679,30 até 3.572,43 15 335,03
De 3.572,44 até 4.463,81 22,5 602,96
Acima de 4.463,81 27,5 826,15
  1. Por dependente, de 179,71 (cento e setenta e nove reais e setenta e um centavos), nos meses de janeiro a março do ano-calendário de 2015; e  189,59 (cento e oitenta e nove reais e cinquenta e nove centavos), a partir do mês de abril do ano-calendário de 2015; Na determinação da base de calculo sujeita à incidência mensal do imposto de renda poderão ser deduzidas as quantias de:
  2. A parcela isenta de rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, até o valor de 1.787,77 (mil, setecentos e oitenta e sete reais e setenta e sete centavos), nos meses de janeiro a março do ano-calendário de 2015; e 1.903,98 (mil, novecentos e três reais e noventa e oito centavos), por mês, a partir do mês de abril do ano-calendário de 2015, a partir do mês que o contribuinte completar 65 anos de idade;
  3. As importâncias pagas em dinheiro, a título de alimentos ou pensões, em cumprimento de acordo ou decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais;
  4. As contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
  5. As contribuições às entidades de previdência privada domiciliadas no país, destinadas a custear benefícios complemenares assemelhados aos da Previdência Social, no caso de trabalhador com vínculo empregatício, de administradores, aposentados e pensionistas.

Fonte TBR WEB

Tabela do imposto de renda pessoa física para o ano 2014

Segue abaixo, a tabela do imposto de renda incidente sobre os rendimentos de pessoa física para o ano de 2014, conforme estabelece os Incisos VI do Artigo 1º da Lei nº 11.482/07, atualizada pela Lei nº 12.469, de 2011:

Base de Cálculo em R$ Alíquota % Parcela a Deduzir do Imposto em R$
Até 1.787,77
De 1.787,78 até 2.679,29 7,5 134,08
De 2.679,30 até 3.572,43 15 335,03
De 3.572,44 até 4.463,81 22,5 602,96
Acima de 4.463,81 27,5 826,15

Na determinação da base de calculo sujeita à incidência mensal do imposto de renda poderão ser deduzidas as quantias de:

  1. Por dependente, de 179,71 (cento e sessenta e quatro reais e cinquenta e seis centavos), para o ano-calendário de 2014;
  2. A parcela isenta de rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, até o valor de R$ 1.787,77 por mês, a partir do mês que o contribuinte completar 65 anos de idade;
  3. As importâncias pagas em dinheiro, a título de alimentos ou pensões, em cumprimento de acordo ou decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais;
  4. As contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
  5. As contribuições às entidades de previdência privada domiciliadas no país, destinadas a custear benefícios complemenares assemelhados aos da Previdência Social, no caso de trabalhador com vínculo empregatício, de administradores, aposentados e pensionistas.

Fonte TBR WEB

Tabela do imposto de renda pessoa física para o ano 2013

Segue abaixo, a tabela do imposto de renda incidente sobre os rendimentos de pessoa física para o ano de 2013, conforme estabelece os Incisos VI do Artigo 1º da Lei nº 11482/07, atualizada pela Lei nº 12469, de 2011:

Base de Cálculo em R$ Alíquota % Parcela a Deduzir do Imposto em R$
Até 1.710,78
De 1.710,79 até 2.563,91 7,5 128,31
De 2.563,92 até 3.418,59 15 320,60
De 3.418,60 até 4.271,59 22,5 577,00
Acima de 4.271,59 27,5 790,58

Na determinação da base de calculo sujeita à incidência mensal do imposto de renda poderão ser deduzidas as quantias de:

  1. Por dependente, de 171,97 (cento e sessenta e quatro reais e cinquenta e seis centavos), para o ano-calendário de 2013;
  2. A parcela isenta de rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, até o valor de R$ 1.710,78 por mês, a partir do mês que o contribuinte completar 65 anos de idade;
  3. As importâncias pagas em dinheiro, a título de alimentos ou pensões, em cumprimento de acordo ou decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais;
  4. As contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
  5. As contribuições às entidades de previdência privada domiciliadas no país, destinadas a custear benefícios complemenares assemelhados aos da Previdência Social, no caso de trabalhador com vínculo empregatício, de administradores, aposentados e pensionistas.

Fonte TBR WEB

Tabela do imposto de renda pessoa física para o ano 2012

Segue abaixo, a tabela do imposto de renda incidente sobre os rendimentos de pessoa física para o ano de 2012, conforme estabelece os Incisos VI do Artigo 1º da Lei nº 11482/07, atualizada pela Lei nº 12469, de 2011:

Base de Cálculo em R$ Alíquota % Parcela a Deduzir do Imposto em R$
Até 1.637,11
De 1.637,12 até 2.453,50 7,5 122,78
De 2.453,51 até 3.271,38 15 306,80
De 3.271,39 até 4.087,65 22,5 552,15
Acima de 4.087,65 27,5 756,53

Na determinação da base de calculo sujeita à incidência mensal do imposto de renda poderão ser deduzidas as quantias de:

  1. Por dependente, de R$ 164,56 (cento e sessenta e quatro reais e cinquenta e seis centavos), para o ano-calendário de 2012;
  2. A parcela isenta de rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, até o valor de R$ 1.637,11 por mês, a partir do mês que o contribuinte completar 65 anos de idade;
  3. As importâncias pagas em dinheiro, a título de alimentos ou pensões, em cumprimento de acordo ou decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais;
  4. As contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
  5. As contribuições às entidades de previdência privada domiciliadas no país, destinadas a custear benefícios complemenares assemelhados aos da Previdência Social, no caso de trabalhador com vínculo empregatício, de administradores, aposentados e pensionistas.

Ver mais: In RFB nº 1095/2010 e In RFB nº 1.142/2011.

Fonte TBR WEB

Tabela do imposto de renda pessoa física para o ano 2011

Segue abaixo, a tabela do imposto de renda incidente sobre os rendimentos de pessoa física para o ano de 2011, conforme Incisos IV do Artigo 1º da Lei nº 11482/07, atualizada pelo art. 23 da Lei nº 11945, de 4/6/2009, DOU de 5/6/2009 e Medida Provisória nº 528, de 2011, com efeitos a partir de 1º/4/2011:

Base de Cálculo (R$) Alíquota (%) Parcela a Deduzir do IR (R$)
Até 1.566,61
De 1.566,62 até 2.347,85 7,5 117,49
De 2.347,86 até 3.130,51 15 293,58
De 3.130,52 até 3.911,63 22,5 528,37
Acima de 3.911,63 27,5 723,95

Na determinação da base de calculo sujeita à incidência mensal do imposto de renda poderão ser deduzidas as quantias de:

  1. Por dependente, de R$ 157,47 (cento e cinquenta e sete reais e quarenta e sete centavos), para o ano-calendário de 2011;
  2. A parcela isenta de rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, até o valor de R$ 1.566,61 por mês, a partir do mês que o contribuinte completar 65 anos de idade;
  3. As importâncias pagas em dinheiro, a título de alimentos ou pensões, em cumprimento de acordo ou decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais;
  4. As contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
  5. As contribuições às entidades de previdência privada domiciliadas no país, destinadas a custear benefícios complemenares assemelhados aos da Previdência Social, no caso de trabalhador com vínculo empregatício, de administradores, aposentados e pensionistas.

Ver mais: In RFB nº 1095/10 e In RFB nº 1.142/2011.

Fonte TBR WEB

Tabela do imposto de renda pessoa física para o ano 2010

Segue abaixo, a tabela do imposto de renda incidente sobre os rendimentos de pessoa física para o ano de 2010, conforme Incisos IV do Artigo 1º da Lei nº 11482/07, atualizada pelo art. 23 da Lei nº 11945, de 4/6/2009, DOU de 5/6/2009:

Cálculo em R$ Alíquota % Parcela a Deduzir do Imposto em R$
Até 1.499,15
De 1.499,16 até 2.246,75 7,5 112,43
De 2.246,76 até 2.995,70 15 280,94
De 2.995,71 até 3.743,19 22,5 505,62
Acima de 3.743,19 27,5 692,78

Na determinação da base de calculo sujeita à incidência mensal do imposto de renda poderão ser deduzidas as quantias de:

  1. Por dependente, de R$ 150,69, para o ano-calendário de 2010;
  2. A parcela isenta de rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, até o valor de R$ 1.499,15, por mês, a partir do mês que o contribuinte completar 65 anos de idade;
  3. As importâncias pagas em dinheiro, a título de alimentos ou pensões, em cumprimento de acordo ou decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais;
  4. As contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
  5. As contribuições às entidades de previdência privada domiciliadas no país, destinadas a custear benefícios complemenares assemelhados aos da Previdência Social, no caso de trabalhador com vínculo empregatício, de administradores, aposentados e pensionistas.

Fonte TBR WEB

Tributos Federais

INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.009, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2010, DOU DE 11/02/2010
ANEXO ÚNICO

Com exceção da Tabela IV, as Tabelas de Códigos constantes do Anexo Único desta Instrução Normativa, de que trata o leiaute estabelecido pelo Ato Cotepe/ICMS nº3/2009, observados os Atos Cotep/ICMS nº39/2009, e nº 49/2009, serão utilizadas pelos contribuintes:

  1. na elaboração dos arquivos digitais da Escrituração Fiscal Digital (EFD), de que trata o leiaute estabelecido pelo Ato Cotepe/ICMS nº 009, de 18 de abril de 2008, e alterações posteriores; e
  2. na geração do conteúdo das Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e).

Outras obrigações acessórias poderão vir a fazer uso das Tabelas, para padronização, na prestação ou na manutenção, pelos contribuintes, de informações relativas às operações de que participem.

Em relação aos arquivos e documentos a que se referem os incisos I e II do art. 1º, elaborados e gerados até 31 de março de 2010, deverão ser adotados os códigos constantes do Anexo Único da Instrução Normativa RFB nº 932, de 14 de abril de 2009.

TABELA I: CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA REFERENTE AO IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS (CST-IPI):
Código Descrição
00 Entrada com Recuperação de Crédito
01 Entrada Tributável com Alíquota Zero
02 Entrada Isenta
03 Entrada Não-Tributada
04 Entrada Imune
05 Entrada com Suspensão
49 Outras Entradas
50 Saída Tributada
51 Saída Tributável com Alíquota Zero
52 Saída Isenta
53 Saída Não-Tributada
54 Saída Imune
55 Saída com Suspensão
99 Outras Saídas
TABELA II: CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA REFERENTE AO PIS/PASEP (CST-PIS):
Código Descrição
01 Operação Tributável com Alíquota Básica
02 Operação Tributável com Alíquota Diferenciada
03 Operação Tributável com Alíquota por Unidade de Medida de Produto
04 Operação Tributável Monofásica – Revenda a Alíquota Zero
05 Operação Tributável por Substituição Tributária
06 Operação Tributável a Alíquota Zero
07 Operação Isenta da Contribuição
08 Operação sem Incidência da Contribuição
09 Operação com Suspensão da Contribuição
49 Outras Operações de Saída
50 Operação com Direito a Crédito – Vinculada Exclusivamente a Receita Tributada no Mercado Interno
51 Operação com Direito a Crédito – Vinculada Exclusivamente a Receita Não Tributada no Mercado Interno
52 Operação com Direito a Crédito – Vinculada Exclusivamente a Receita de Exportação
53 Operação com Direito a Crédito – Vinculada a Receitas Tributadas e Não-Tributadas no Mercado Interno
54 Operação com Direito a Crédito – Vinculada a Receitas Tributadas no Mercado Interno e de Exportação
55 Operação com Direito a Crédito – Vinculada a Receitas Não-Tributadas no Mercado Interno e de Exportação
56 Operação com Direito a Crédito – Vinculada a Receitas Tributadas e Não-Tributadas no Mercado Interno, e de Exportação
60 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a Receita Tributada no Mercado Interno
61 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a Receita Não-Tributada no Mercado Interno
62 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a Receita de Exportação
63 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas e Não-Tributadas no Mercado Interno
64 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas no Mercado Interno e de Exportação
65 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Não-Tributadas no Mercado Interno e de Exportação
66 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas e Não-Tributadas no Mercado Interno, e de Exportação
67 Crédito Presumido – Outras Operações
70 Operação de Aquisição sem Direito a Crédito
71 Operação de Aquisição com Isenção
72 Operação de Aquisição com Suspensão
73 Operação de Aquisição a Alíquota Zero
74 Operação de Aquisição sem Incidência da Contribuição
75 Operação de Aquisição por Substituição Tributária
98 Outras Operações de Entrada
99 Outras Operações
TABELA III: CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA REFERENTE À COFINS (CST-COFINS):
ódigo Descrição
01 Operação Tributável com Alíquota Básica
02 Operação Tributável com Alíquota Diferenciada
03 Operação Tributável com Alíquota por Unidade de Medida de Produto
04 Operação Tributável Monofásica – Revenda a Alíquota Zero
05 Operação Tributável por Substituição Tributária
06 Operação Tributável a Alíquota Zero
07 Operação Isenta da Contribuição
08 Operação sem Incidência da Contribuição
09 Operação com Suspensão da Contribuição
49 Outras Operações de Saída
50 Operação com Direito a Crédito – Vinculada Exclusivamente a Receita Tributada no Mercado Interno
51 Operação com Direito a Crédito – Vinculada Exclusivamente a Receita Não-Tributada no Mercado Interno
52 Operação com Direito a Crédito – Vinculada Exclusivamente a Receita de Exportação
53 Operação com Direito a Crédito – Vinculada a Receitas Tributadas e Não-Tributadas no Mercado Interno
54 Operação com Direito a Crédito – Vinculada a Receitas Tributadas no Mercado Interno e de Exportação
55 Operação com Direito a Crédito – Vinculada a Receitas Não Tributadas no Mercado Interno e de Exportação
56 Operação com Direito a Crédito – Vinculada a Receitas Tributadas e Não-Tributadas no Mercado Interno e de Exportação
60 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a Receita Tributada no Mercado Interno
61 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a Receita Não-Tributada no Mercado Interno
62 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a Receita de Exportação
63 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas e Não-Tributadas no Mercado Interno
64 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas no Mercado Interno e de Exportação
65 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Não-Tributadas no Mercado Interno e de Exportação
66 Crédito Presumido – Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas e Não-Tributadas no Mercado Interno e de Exportação
67 Crédito Presumido – Outras Operações
70 Operação de Aquisição sem Direito a Crédito
71 Operação de Aquisição com Isenção
72 Operação de Aquisição com Suspensão
73 Operação de Aquisição a Alíquota Zero
74 Operação de Aquisição sem Incidência da Contribuição
75 Operação de Aquisição por Substituição Tributária
98 Outras Operações de Entrada
99 Outras Operações

Fonte TBR WEB

Denominação Código a Constar do Campo 04 do DARF
IRPF – IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA
IRPF – quotas da declaração 0211
IRPF – carnê-leão 0190
Multa e juros – carnê-leão recolhido com atraso sem a inclusão destes encargos 3244
Imposto sobre ganhos líquidos em operações em bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas 6015
Imposto sobre ganhos de capital na alienação de bens e direitos 4600
Mensalão – recolhimento complementar facultativo 0246
Ganhos de capital decorrentes da alienação, por pessoa física, de bens ou direitos e da liquidação ou resgate de aplicações financeiras, em moeda estrangeira (IN SRF 02/00) 8523
IRPJ – IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA
Imposto de renda devido a partir de 01/01/97
Pessoas jurídicas obrigadas à apuração pelo lucro real:
Entidades financeiras – imposto apurado em balanço trimestral 1599
Entidades financeiras – imposto calculado por estimativa 2319
Demais empresas – imposto apurado em balanço trimestral 0220
Demais empresas – imposto calculado por estimativa 2362
Pessoas jurídicas não obrigadas, mas optantes pela apuração pelo lucro real:
Imposto apurado em balanço trimestral 3373
Imposto calculado por estimativa mensal 5993
Lucro presumido 2089
Saldo do imposto devido apurado na Declaração de Rendimentos:
Empresas obrigadas a tributação com base no lucro real
Entidades Financeiras 2390
Demais Pessoas Jurídicas 2430
Empresas não obrigadas a tributação com base no lucro real 2456
Lucro Arbitrado 5625
Lucro inflacionário 3320
Renda variável 3317
INCENTIVOS FISCAIS (recolhimento em DARF específico)
FINOR – balanço trimestral 9004
FINAM – balanço trimestral 9020
FUNRES – balanço trimestral 9045
FINOR – estimativa 9017
FINAM – estimativa 9032
FUNRES – estimativa 9058
FINOR – ajuste anual – opção art. 9º – Lei nº 8.167/91 9344
FINAM – ajuste anual – opção art. 9º – Lei nº 8.167/91 9360
FUNRES – ajuste anual – opção art. 9º – Lei nº 8.167/91 9372
SIMPLES – SISTEMA INTEGRADO DE PAGAMENTOS DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES
Imposto devido mensalmente DARF-Simples 6106
Imposto devido pelas empresas optantes pelo Simples, relativo a ganhos de capital obtidos na alienação de ativos 6297
Multa por falta da placa indicativa – Simples 6882
Multa por falta de comunicação da exclusão do Simples 6841
Parcela antecipação/parcelamento do Simples – pessoa jurídica 5909
Parcela antecipação/parcelamento do Simples – pessoa física 5897
IRRF – IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE
Rendimentos do Trabalho:
Rendimentos do trabalho assalariado inclusive pró-labore, gratificações e benefícios recebidos de entidades de previdência privada 0561
Rendimentos do trabalho sem vínculo empregatício – fretes, carretos, remuneração de empreiteiros, etc. 0588
Rendimentos de Capital
Rendimentos produzidos por aplicações financeiras de renda fixa – Pessoa Física, Juros de caderneta de poupança e letras hipotecárias, operações de mútuo, rendimentos obtidos em operações nos mercados de opções de compra e venda em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros (box); e no mercado de balcão, ganhos obtidos nas operações de mútuo e de compra vinculada à revenda, no mercado secundário de ouro, ativo financeiro 8053
Rendimentos produzidos por aplicações financeiras de renda fixa – Pessoa Jurídica, Juros de caderneta de poupança e letras hipotecárias, operações de mútuo, rendimentos obtidos em operações nos mercados de opções de compra e venda em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros (box); e no mercado de balcão, ganhos obtidos nas operações de mútuo e de compra vinculada à revenda, no mercado secundário de ouro, ativo financeiro 3426
Fundo de Investimento -/ Renda Fixa 6800
Fundo de Investimento em Ações 6813
Fundos de Investimentos Cultural e Artístico – FICART 0924
Fundos de Renda Variável 5232
Operações de swap 5273
Rendimentos de partes beneficiárias ou de fundador 3277
Juros remuneratórios do capital próprio (art. 9º da Lei nº 9.249/95) 5706
Aluguéis e royalties pagos a pessoa física 3208
Resgate de Contribuições a entidades de previdência privada 3223
Operações “day trade” 8468
Demais rendimentos de capital 0924
Outros Rendimentos
Remuneração de serviços prestados por pessoa jurídica 1708
Prêmios obtidos em concursos, sorteios e títulos de capitalização 0916
Valores recebidos em decorrência de cobertura por sobrevivência em apólices de seguro de vida; rendimentos auferidos no resgate de valores acumulados em provisões técnicas, referentes a coberturas por sobrevivência de seguro de vida 6891
Serviços de propaganda e publicidade, comissões corretagens, ou qualquer outra remuneração pela representação comerical ou pela mediação na realização de negócios civis e comerciais 8045
Importâncias pagas ou creditadas pelas pessoas jurídicas a cooperativas de trabalho, relativas a serviços pessoais prestados por associados destas 3280
Juros e indenizações por lucros cessantes 5204
Multas e qualquer outra vantagem, ainda que a título de indenização, em virtude de rescisão de contrato, excetuadas as importâncias pagas ou creditadas em conformidade com a legislação trabalhista e aquelas destinadas a reparar danos patrimoniais 9385
Pagamentos a beneficiários não identificados 5217
Tributação exclusiva sobre remuneração indireta (fringe benefits) paga a administradores e empregados 2063
Valores recebidos a título de indenização por danos morais 6904
Demais rendimentos não especificados 8045
Rendimentos pagos em cumprimento de decisão da Justiça Federal, mediante precatório ou requisição de pequeno valor, de que trata o art. 25 da Lei nº 10.833/2003 5928
Rendimentos pagos em cumprimento de decisão da Justiça do Trabalho, a que se refere o art. 26 da Lei nº 10.833/2003 5936
Importâncias pagas ou creditadas por pessoas jurídicas a título de prestação de serviços a outras pessoas jurídicas que explorem as atividades de prestação de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, nos termos do art. 27 da Lei nº 10.833/2003 5944
Juros e outros acréscimos, pagos por pessoas jurídicas à pessoas físicas. em razão de alienação de bens e direitos a prazo 3208
Remessas para o Exterior
Importâncias pagas, remetidas, creditadas, empregadas ou entregues a residentes ou domiciliados no exterior, por fonte localizada no País, a título de royalties para exploração de patentes de invenção, modelos, desenhos industriais, uso de marcas ou propagandas, remuneração de serviços técnicos e de assistência técnica/ e direitos autorais, inclusive no caso de aquisição de programas de computadores (softwares) 0422
Rendimentos do trabalho e da prestação de serviços sem vínculo de emprego, pensões e aposentadoria, de prêmios conquistados no Brasil em concursos, comissões por intermediação em operações em bolsa de mercadorias e ganho de capital, inclusive os obtidos em investimentos em moeda estrangeira pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos a residentes ou domiciliados no exterior 0473
Importâncias pagas, creditadas, empregadas ou remetidas ao exterior, por fonte localizadas no País, a título de juros e comissões, inclusive os remetidos em razão de compras de bens a prazo; e b) juros e comissões de empréstimos externos destinados à exportação 0481
Resultado de participação societária e imposto suplementar 0490
Remessas de rendimentos obtidos com a comercialização e a distribuição de obras audiovisuais, cinematográficas e videofônicas (art. 2º da Lei nº 8.685/93) 5192
Dividendos e bonificações distribuídas a acionistas no exterior por sociedades de investimentos isentas de imposto de Renda (Decreto-lei nº1.986/82) e constituídas de acordo com as normas fixadas pelo Conselho Monetário Nacional 5286
Remessas de juros de empréstimos externos não aplicados no financiamento de exportações 5299
Rendimentos de Aplicações em fundos de investimento coletivo e carteiras de valores mobiliários distribuídos, sob qualquer forma e a qualquer título em decorrência de liquidação parcial ou total do investimento 5286
Juros pagos ou creditados individualizadamente a titular, sócios ou acionistas, residentes ou domiciliados no exterior, a título de remuneração do capital próprio 9453
Importâncias pagas entregues ou creditadas à pessoa física residente no exterior a título de benefício de previdência privada, de Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e de Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi), ou resgate de contribuições em decorrência de desligamentos dos respectivos planos 9466
Importâncias pagas, remetidas, creditadas, empregadas ou entregues a residentes ou domiciliados no exterior, provenientes da locação ou arrendamento de bens imóveis situados no País e da contraprestação de arrendamento mercantil de bens de capital, celebrados com entidades mercantis de bens de capital 9478
Rendimentos recebidos por companhias de navegação aérea e marítima, domiciliadas no exterior 9412
Importâncias pagas, creditadas, entregues, remetidas ou empregadas em pagamento, a residentes ou domiciliados no exterior, pela aquisição ou remuneração, a qualquer título, de qualquer forma de direito, bem assim despesas necessárias à transmissão para o Brasil, por meio de rádio, televisão ou qualquer outro meio, de competições desportivas das quais faça parte representação brasileira 9427
CONTRIBUIÇÕES AO PIS/PASEP
PIS/Pasep – Faturamento 8109
PIS/ – não cumulativo 6912
PIS/Pasep – Substituição Tributária de Veículos 8496
PIS/Pasep – Folha de Salários 8301
PIS/Pasep – pessoa jurídica de direito público 3703
PIS/Pasep – Entidades Financeiras e equiparadas 4574
PIS/Pasep – dedução 8002
PIS/Pasep – repique 8205
PIS/Pasep – combustíveis 6824
COFINS – Entidades Financeiras 7987
COFINS – Demais Entidades 2172
COFINS – Substituição Tributária de Veículos 8645
COFINS – Combustíveis 6840
COFINS NÃO CUMULATIVO 5856
CSLL – CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO DAS PESSOAS JURÍDICAS
Contribuição Social devida a partir de 1997:
Pessoas jurídicas que apuram o IRPJ com base no lucro real
Entidades financeiras – balanço trimestral 2030
Entidades financeiras – estimativa mensal 2469
Demais empresas:
Balanço trimestral 6012
Estimativa mensal 2484
Contribuição recolhida com base no lucro presumido ou arbitrado 2372
Saldo decorrente do ajuste a ser pago em cota única
Entidades Financeiras 6758
Demais Empresas 6773
Contribuição destinada ao FUNTTEL 8807
CPMF – CONTRIBUIÇÃO PROVISÓRIA SOBRE MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA
CPMF – Operações de lançamento a débito em conta 5869
CPMF – Operações de liquidação ou pagamento sem crédito em conta 5871
CPMF – devida pela instituição financeira, na condição de contribuinte 5884
CIDE – CONTRIBUIÇÃO DE INTERVENÇÃO NO DOMÍNIO ECONÔMICO
1 – CIDE – Combustíveis – importação 9438
2 – CIDE – Combustíveis – mercado interno 9331
3 – CIDE – Royalties 8741
CONDECINE 9013
REFIS
Parcelamento vinculado à receita bruta 9100
Parcelamento alternativo em até 60 prestações 9222
Parcelamento Especial – empresas optantes pelo Simples 8658
ITR – exercício 1996 e anteriores 9113
ITR – exercício 1997 e posteriores 9126
CONTRIBUIÇÕES PARA O FUNDAF
Selos especiais de controle 6410
Lojas francas, entrepostos aduaneiros, depósitos alfandegados e exames laboratoriais 6525
Receita de leilões e mercadorias apreendidas 6250
II – IMPOSTO SOBRE IMPORTAÇÃO
II – Bagagem acompanhada 0094
II – Petróleo 1962
II – Veículos 5516
II – Outros 0086
IE – IMPOSTO SOBRE EXPORTAÇÃO
IE – Cacau 1089
IE – Outros 0107
IPI – IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS
IPI – Bebidas 0668
IPI – Automóveis 0676
IPI – Cigarros 1020
IPI – Vinculado à Importação 1038
IPI – Demais produtos 1097
IPI – Vinculado à Importação – lançamento de ofício 3345
IPI – Vinculado à Importação veículos 5503
IOF – IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES DE CRÉDITO, CÂMBIO E SEGURO E SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS A TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS
IOF – Operações de crédito – pessoa jurídica – o tomador de crédito é pessoa jurídica, incluindo as operações de mútuo previstas no art. 13 da Lei nº 9.779/99 1150
IOF – Operações de crédito – pessoa física – o tomador de crédito é pessoa física, incluindo as operações de mútuo previstas no art. 13 da Lei nº 9.779/99. 7893
IOF – Aplicações financeiras – operações de que trata a Portaria nº 341-A/97, operações com opções (Portaria nº 338/98) 6854
IOF – Seguros – Operações de seguros realizadas por segurados 3467
IOF – Aquisição de títulos e valores mobiliários – operações relativas a aquisição de títulos ou valores mobiliários, inclusive quotas de fundo ou clube de investimento, referidas no art. 4º da Portaria MF nº 348/98 7905
IOF – Operações com ouro financeiro ou instrumento cambial 4028
IOF – Factoring – operações previstas no art. 58 da Lei nº 9.532/97 6895
IOF – Operações de câmbio – entrada de moeda: operações de renda fixa, operações entre instituições financeiras no exterior e bancos autorizados a operar em câmbio no Brasil, constituição de disponibilidade de curto prazo, no Brasil, de residentes no exterior, operações vinculadas à exportação de bens e serviços e demais entradas de moeda 4290
IOF – Operações de câmbio – saída de moeda – operações com cartão de crédito internacional, operações vinculadas à importação de serviços e demais operações de saída de moedas 5220
ITR – IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE TERRITORIAL RURAL
ITR – Pagamento das quotas ou quota única 1070
ITR – Multa isolada (art. 43 da Lei nº 9.430/96) 7049
ITR – Juros (art. 43 da Lei nº 9.430/96) 7036
ITR – Lançamento de ofício 7051
TAXAS
Referente a serviços de Registro do Comércio 6621
De migração – referente à expedição de passaporte 1361
Expedição de 2ª via do cartão do CGC/Cópias de Documentos 3304
Siscomex 7811
Taxa fiscalização de vigilância sanitária 8700
Taxa de fiscalização de vigilância sanitária – liberação de importação 8713
Recursos arrecadados em sorteio dos jogos de bingo para fomento do esporte e turismo 8699
Prêmios obtidos em sorteio dos jogos de bingo permanente ou eventual 8673
Custas de autorização de trabalho estrangeiro 6922
MULTAS REGULAMENTARES ISOLADAS
Multa por atraso na entrega da Dipi-Anual 3199
Multa por atraso na entrega da Declaração de Rendimentos – Pessoa Física 5320
Multa por atraso na entrega da Declaração de Rendimentos – Pessoa Jurídica 5338
Multa por atraso na entrega da DCTF 1345
Multa por atraso na entrega do DIAT ou DIAC 5300
Multa por omissão, erro ou atraso na DIRF anual 2170
Multas por atraso na entrega da Declaração Trimestral da CPMF 9479
Multas diversas aplicadas pela Receita Federal 3738
Infração à legislação sanitária 2890
Multa – CAGED 2877
Multa – Empresas Inativas – Parcelamento 6907
MULTAS DE OFÍCIO LANÇADAS COM FUNDAMENTO NO ART. 43 DA LEI Nº 9430/96
Imposto de Importação 6340
Imposto de Renda Pessoa Jurídica 6378
Imposto de Renda na Fonte 6380
Imposto de Renda Pessoa Física 6352
IPI 6405
IPI vinculado à Importação 6393
IOF 6418
Contribuição Social Sobre o Lucro 6094
PIS/PASEP 6324
COFINS 6337
CPMF 6420
RECEITAS IMOBILIÁRIAS
– Foros 2073
– Laudêmio 2081
CUSTAS JUDICIAIS FEDERAIS
Emolumentos da Justiça do Trabalho – Lei nº 10.537/02 8168
Custas Judiciais – Dívida Ativa 1513
Custas Judiciais – 1ª Instância 5762
Custas Judiciais – 2ª Instância 5775
Custas da Justiça do Trabalho – Lei nº 10.537/02 8019
CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS – RETENÇÃO NA FONTE NOS PAGAMENTOS EFETUADOS POR PESSOA JURÍDICA A OUTRA PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PRIVADO
Pessoa jurídica prestadora do serviço contribuinte da CSLL/PIS/PASEP/COFINS 5952
Pessoa jurídica prestadora do serviço contribuinte da CSLL 5987
Pessoa jurídica prestadora do serviço contribuinte da COFINS 5960
Pessoa jurídica prestadora do serviço contribuinte do PIS/PASEP 5979

Fonte TBR WEB

DOCUMENTO Tempo de Guarda
   Arquivo em meio magnético (sistema de processamento de dados) 5 anos
   Comprovante de Rendimentos Pagos e de Retenção na Fonte 5 anos
   Comprovantes da Escrituração (Notas fiscais e recibos) 5 anos
   Contratos de seguros de bens – documentos originais 5 anos
   Contratos de seguro de pessoas – documentos originais 20 anos
   Contratos Previdenciários Privados 20 anos
   Contribuição de intervenção no Domínio Econômico – CIDE 5 anos
   Declaração de Ajuste Anual – IR Pessoa Física e comprovantes de deduções e outros valores 5 anos
   Declaração de Compensação de Tributos (PER/DCOMP) 5 anos
   Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais – DCTF 5 anos
   Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte – DIRF 5 anos
   Declaração de Informações das Indústrias de Cosméticos, Perfumaria e Higiene Pessoal – DIPI-TIPI 33 5 anos
   Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias – DIMOB 5 anos
   Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – ITR 5 anos
   Declaração Especial de Informações – DIF– DIF Bebidas

– DIF Cigarros

– DIF Papel Imune

5 anos
   Declaração Integrada de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica – DIPJ 5 anos
   Declaração Simplificada das Pessoas Jurídicas das Empresas optantes pelo Simples e Inativas 5 anos
   Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais – DACON 5 anos
   Demonstrativo de Notas Fiscais – DNF 5 anos
   Demonstrativo de Crédito Presumido – DCP 5 anos
   Extinção das debêntures – livros 5 anos
   Imposto de Renda – Pessoa Jurídica – livros e documentos em geral– Pessoa física considerada empresária

– Pessoa jurídica – lucro presumido

– Pessoa jurídica – lucro real

– Pessoa jurídica – lucro arbitrado

– Impostos de Renda na Fonte (pessoa jurídica e física)

– Imunes e Isentas

– Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

– Deduções do Imposto de Renda

5 anos
   Imposto sobre Exportação, para o Exterior, de Produtos Nacionais ou Nacionalizados – IE – comprovantes 5 anos
   Imposto sobre Importação de Produtos Estrangeiros – II – Comprovantes 5 anos
   Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou sobre operações relativas a Títulos ou Valores Mobiliários – IOF – comprovantes e informações 5 anos
  Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI – comprovantes de escrituração fiscal e contábil 5 anos
   Livros obrigatórios de escrituração fiscal e comercial– Livro Diário

– Livro Razão

5 anospermanente

10 anos

   Livros e Documentos pertinentes a ações judiciais ou administrativas Indeterminado
   Sociedades Anônimas S/A – Títulos ou contratos de investimento coletivo 8 anos
   Títulos de Capitalização – documentos originais 20 anos

Fonte TBR WEB

Trabalhistas e Previdenciárias

Empregado Doméstico
Período: a partir de 1º de janeiro de 2016
Salário de ContribuiçãoR$ INSS FGTS Seguro Acidente de Trabalho Indenização Perda Emprego IRRF
Empregado Empregador
  até 1.556,94 8% 8% 8% 0,8% 3,2% Tabela Progressiva
 de 1.556,95 até 2.594,92 9% 8% 8% 0,8% 3,2%
  de 2.594,93 até 5.189,82 11% 8% 8% 0,8% 3,2%
  acima de 5.189,82 8% 0,8% 3,2%

Fonte TBR WEB

A contribuição do segurado empregado, empregado doméstico e do trabalhador avulso é calculada mediante a aplicação da correspondente alíquota, de forma não cumulativa, sobre o seu salário-de-contribuição mensal, de acordo com a tabela de contribuição que segue:

TABELA DE INSS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2016
Salário-de-Contribuição  Alíquota para fins de recolhimento ao INSS  
 até R$ 1.556,94 8%
 de R$ 1.556,95 até 2.594,92 9%
 de R$ 2.594,93 até 5.189,82 11%
 Base legal: Portaria Interministerial Mtps nº 001, de 2016
TABELA DE INSS DE 01/01/2015 A 31/12/2015
Salário-de-Contribuição  Alíquota para fins de recolhimento ao INSS  
 até R$ 1.399,12 8%
 de R$ 1.399,13 até 2.331,88 9%
 de R$ 2.331,89 até 4.663,75 11%
 Base legal: Portaria Interministerial Mps nº 013, de 2015
TABELA DE INSS DE 01/01/2014 a 31/12/2014
Salário-de-Contribuição  Alíquota para fins de recolhimento ao INSS  
 até R$ 1.317,07 8%
 de R$ 1.317,08 até 2.195,12 9%
 de R$ 2.195,13 até 4.390,24 11%
 Base legal: Portaria Interministerial Mps nº 019, de 2014
TABELA DE INSS DE 01/01/2013 a 31/12/2013
Salário-de-Contribuição  Alíquota para fins de recolhimento ao INSS 
 até R$ 1.247,70 8%
 de R$ 1.247,71 até 2.079,50 9%
 de R$ 2.079,51 até 4.159,00 11%
 Base legal: Portaria Interministerial MPS/MF nº 015, de 2013
TABELA DE INSS DE 01/01/2012 A 31/12/2012
Salário-de-contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
 até R$ 1.174,86 8%
 de R$ 1.174,87 até 1.958,10 9%
 de R$ 1.958,11 até 3.916,20 11%
 Base legal: Portaria Interministerial MPS/MF nº 002, de 2012, Anexo II
TABELA DE INSS DE 01/07/2011 A 31/12/2011
Salário-de-contribuição  Alíquota para fins de recolhimento ao INSS 
 até R$ 1.107,52 8%
 de R$ 1.107,53 a 1.845,87 9%
 de R$ 1,845,88 até 3.691,74 11%
 Base legal: Portaria MPS/MF nº 407/2011, DOU de 15/07/2011
TABELA DE INSS DE 01/01/2011 A 30/06/2011
Salário-de-contribuição  Alíquota para fins de recolhimento ao INSS 
 até R$ 1.106,90 8%
 de R$ 1.106,91 a 1.844,83 9%
 de R$ 1.844,84 a 3.689,66 11%
Base legal: Portaria MPS/MF nº 568/2010
TABELA DE INSS DE 01/01/2010 A 31/12/2010
TABELA DE INSS DE 1º/01/2010 A 31/12/2010
Salário-de-contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
 até R$ 1.040,22 8%
 de R$ 1.040,23 a 1.733,70 9%
 de R$ 1.733,71 R$ 3.467,40 11%
Base legal: Portaria MPS/MF nº 408/2010
Nota: De acordo com a Lei nº 12.254/2010, o limite máximo do salário de contribuição e do salário de benefício, foi reajustado em 7,72%, passando de R$ 3.416,54 para R$ 3.467,40. Com a publicação daPortaria MPS/MF nº 333/2010, DOU de 30/06/2010, fica revogada a Portaria Interministerial Mps/Mf nº 350/2009, limitando a contribuição do segurado empregado, empregado doméstico e do trabalhador avulso, ao teto de R$ 3.467,40, calculada mediante a aplicação da correspondente alíquota, de forma não cumulativa, sobre o seu salário-de-contribuição mensal, de acordo com a tabela de contribuição aplicada a partir da competência de janeiro de 2010, conforme determina o Artigo 7º da mencionada Portaria.
TABELA DE INSS DE 01/02/2009 A 31/12/2009
Salário-de-contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
 até R$ 965,67 8%
 de R$ 965,68 a 1.609,45 9%
 de R$ 1.609,46 até 3.218,90 11%
Base legal: Portaria MPS/MF nº 048/2009
TABELA DE INSS DE 01/03/2008 a 31/01/2009
Salário-de-contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
 até R$ 911,70 8%
 de R$ 911,71 a 1.519,50 9%
 de R$ 1.519,51 até 3.038,99 11%
Base legal: Portaria MPS/MF nº 077/2008
TABELA DE INSS DE 01/01/2008 A 28/02/2008
Salário-de-contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
 até R$ 868,29 8%
 de R$ 868,30 a 1.447,14 9%
 de R$ 1.447,15 a 2.894,28 11%
 Base legal: Portaria MPS/MF nº 501/2007
TABELA DE INSS DE 01/04/2007 A 31/12/2007
Salário-de-contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
 até R$ 868,29 7,65%*
 de R$ 868,30 a 1.140,00 8,65%*
 de R$ 1.140,01 a 1.447,14 9,00%
 de R$ 1.447,15 até 2.894,28 11,00%
* Alíquota reduzida para salários e remunerações até três salários mínimos, em razão do disposto no inciso II do art. 17 da Lei nº 9.311/1996, que instituiu a CPMF.
Base legal: Portaria MPS/MF nº 142/2007
TABELA DE INSS DE 1º/08/2006 A 31/03/2007
Salário-de-contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
 até R$ 840,55 7,65%*
 de R$ 840,56 a 1.050,00 8,65%*
 de R$ 1.050,01 a 1.400,91 9,00%
 de R$ 1.400,92 a 2.801,82 11,00%
* Alíquota reduzida para salários e remunerações até três salários mínimos, em razão do disposto no inciso II do art. 17 da Lei nº 9.311/1996, que instituiu a CPMF.
Base legal: Portaria GM/MPS nº 342/2006
TABELA DE INSS DE 01/05/2006 A 31/07/2006
Salário-de-contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
 até R$ 840,47 7,65%*
 de R$ 840,48 a 1.050,00 8,65%*
 de R$ 1.050,01 a 1.400,77 9,00%
 de 1.400,78 a 2.801,56 11,00%
* Alíquota reduzida para salários e remunerações até três salários mínimos, em razão do disposto no inciso II do art. 17 da Lei nº 9.311/1996, que instituiu a CPMF.
Base legal: Portaria GM/MPs nº 119/2006
TABELA DE INSS DE 01/05/2005 A 30/04/2006
Salário-de-contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
 até R$ 800,45 7,65%
 de R$ 800,46 a 900,00 8,65%
 de R$ 900,01 a 1.334,07 9,00%
 de R$ 1.334,08 a 2.668,15 11,00%
Base legal: Portaria GM/MPS nº 822/2005
TABELA DE INSS DE 01/01/2004 A 30/04/2004
Salário-de-Contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
 até R$ 720,00 7,65 %
 de R$ 720,01 até 1.200,00 9,00 %
 de R$ 1.200,01 até 2.400,00 11,00 %
TABELA DE INSS DE 01/06/2003 A 31/12/2003
Salário-de-Contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
 até R$ 560,81 7,65%
 de R$ 560,82 até 720,00 8,65%
 de R$ 720,01 até 934,67 9,00%
 de R$ 934,68 até 1.869,34 11,00%
TABELA DE INSS DE 01/04/2003 A 31/05/2003
Salário-de-Contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
 até R$ 468,47 7,65%
 de R$ 468,48 até 720,00 8,65%
 de R$ 720,01 até 780,78 9,00%
 de R$ 780,79 até 1.561,56 11,00%
TABELA DE INSS DE 01/06/2002 A 31/03/2003
Salário-de-Contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
 até R$ 468,47 7,65%
 de R$ 468,48 até 600,00 8,65%
 de R$ 600,01 até 780,78 9,00%
 de R$ 780,79 até 1.561,56 11,00%
TABELA DE INSS DE 01/04/2002 E 31/05/2002
Salário-de-Contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
até R$ 429,00 7,65%
  de R$ 429,01 até 540,00 8,65%
  de R$ 540,01 até 715,00 9,00%
  de R$ 715,01 até 1.430,00 11,00%
TABELA DE INSS DE 01/06/2001 A 31/03/2002
Salário-de-Contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
até R$ 429,00 7,65%
  de R$ 429,01 até 540,00 8,65%
  de R$ 540,01 até 715,00 9,00%
  de R$ 715,01 até 1.430,00 11,00%
TABELA DE INSS DE 01/04/2001 A 31/05/2001
Salário-de-Contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
até R$ 398,48 7,65%
 de R$ 398,49 até 540,00 8,65%
 de R$ 540,01 até 664,13 9,00%
 de R$ 665,14 até 1.328,25 11,00%
TABELA DE INSS DE 18/03/2001 A 31/03/2001
Salário-de-contribuição Normal Pagamentos até 17/03/2001 (CPMF 0,30%) Pagamentos a contar de 18/03/2001 (CPMF 0,38%)
 Até R$ 398,48 8,00% 7,72%
7,65%
 de R$ 398,49 até 453,00 9,00% 8,73% 8,65%
 de R$ 453,01 até 664,13 9,00% 9,00% 9,00%
 de R$ 665,14 até 1.328,25 11,00% 11,00% 11,00%
 Domésticos: Teto: 1.328,25
TABELA DE INSS DE 01/06/2000 A 17/03/2001
Salário-de-Contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS Alíquota para determinação base de cálculos do IRPF
 até R$ 398,48 7,65%   8,00%
 de R$ 398,49 até 453,00 8,65%   9,00%
 de R$ 453,01 até 664,13 9,00%   9,00%
 de R$ 664,14 até 1.328,25 11,00% 11,00%
TABELA DE INSS DE 01/05/1996 A 31/12/1996
Salário-de-Contribuição Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
  até R$ 287,27 8,00%
  de R$ 287,28 até 478,78 9,00%
  de R$ 478,79 até 957,56 11,00%
 Domésticos: Teto: 957,56

Fonte TBR WEB

QUOTAS DE SALÁRIO-FAMÍLIA

A Portaria Interminesterial MPS nº 001/2016 limitou a contribuição do segurado empregado, empregado doméstico e do trabalhador avulso, ao teto de R$ 5.189,82, calculada mediante a aplicação da correspondente alíquota, de forma não cumulativa, sobre o seu salário-de-contribuição mensal, de acordo com a tabela de contribuição aplicada a partir da competência de janeiro de 2016, conforme determina o Artigo 7º da referida Portaria.

O valor da quota do salário-família por filho ou equiparado de qualquer condição, até 14 anos de idade, ou inválido de qualquer idade, a partir 1º/01/2016, é de:

Competência: a partir de janeiro de 2016
Remuneração mensal  Valor unitário da quota 
   Até R$ 806,80 R$ 41,37
   Superior a R$ 806,80 e igual ou inferior a  R$ 1.212,64 R$ 29,16
   Acima de R$ 1.212,64 Não tem direito à quota
   Ref.: Portaria Interminesterial MPS nº 001/2016

Na apuração do valor da quota do salário-família, devem ser observados os seguintes critérios:

  1. Considera-se remuneração mensal do segurado o valor total do respectivo salário-de-contribuição, ainda que resultante da soma dos salários-de-contribuição correspondentes a atividades simultâneas;
  2. O direito à quota do salário-família é definido em razão da remuneração que seria devida ao empregado no mês, independentemente do número de dias efetivamente trabalhados;
  3. Todas as importâncias que integram o salário-de-contribuição serão consideradas como parte integrante da remuneração do mês, exceto o 13º salário e o adicional de férias (terço constitucional), previsto na CF/1988, art. 7º, inciso XVII, para efeito de definição do direito à quota de salário-família;
  4. Nos meses de admissão e demissão do empregado, a quota do salário-família é devida proporcionalmente aos dias trabalhados.

Fonte TBR WEB

jul/40 Decreto-Lei 2162, de 1940 240 mil réis
jan/43 Decreto-Lei 1943 Cr$ 300,00
dez/43 Decreto-Lei 5977, de 1943 Cr$ 380,00
jan/52 Decreto nº 30342, de 1951 Cr$ 1.200,00
jul/54 Decreto nº 35450, de 1954 Cr$ 2.400,00
ago/56 Decreto nº 39604, de 1956 Cr$ 3.800,00
jan/59 Decreto nº 45106-A, de 1958 Cr$ 6.000,00
out/60 Decreto nº 49119-A, de 1960 Cr$ 9.600,00
out/61 Decreto nº 51336, de 1961 Cr$ 13.440,00
jan/63 Decreto nº 51631, de 1962 Cr$ 21.000,00
fev/64 Decreto nº 53578, de 1964 Cr$ 42.000,00
fev/65 Decreto nº 55803, de 1965 Cr$ 66.000,00
mar/66 Decreto nº 57900, de 1966 Cr$ 84.000,00
mar/67 Decreto nº 60231, de 1967 NCr$ 105,00
mar/68 Decreto nº 62461, de 1968 NCr$ 129,60
mai/69 Decreto nº 64442, de 1969 NCr$ 156,00
mai/70 Decreto nº 66523, de 1970 NCr$ 187,20
mai/71 Decreto nº 68576, de 1971 Cr$ 225,60
mai/72 Decreto nº 70465, de 1972 Cr$ 268,80
mai/73 Decreto nº 72148, de 1973 Cr$ 312,00
mai/74 Decreto nº 73995, de 1974 Cr$ 376,80
dez/74 Lei nº 6147, de 1974 Cr$ 415,20
mai/75 Decreto nº 75679, de 1975 Cr$ 532,80
mai/76 Decreto nº 77510, de 1976 Cr$ 768,00
mai/77 Decreto nº 79610, de 1977 Cr$ 1.106,40
mai/78 Decreto nº 81615, de 1978 Cr$ 1.560,00
mai/79 Decreto nº 84135, de 1979 Cr$ 2.268,00
nov/79 Decreto nº 84135, de 1979 Cr$ 2.932,80
mai/80 Decreto nº 84674, de 1980 Cr$ 4.149,60
nov/80 Decreto nº 85310, de 1980 Cr$ 5.788,80
mai/81 Decreto nº 85950, de 1981 Cr$ 8.464,80
nov/81 Decreto nº 86514, de 1981 Cr$ 11.928,00
mai/82 Decreto nº 87139, de 1982 Cr$ 16.608,00
nov/82 Decreto nº 87743, de 1982 Cr$ 23.568,00
mai/83 Decreto nº 88267, de 1983 Cr$ 34.776,00
nov/83 Decreto nº 88930, de 1983 Cr$ 57.120,00
mai/84 Decreto nº 89589, de 1984 Cr$ 97.176,00
nov/84 Decreto nº 90301, de 1984 Cr$ 166.560,00
mai/85 Decreto nº 91213, de 1985 Cr$ 333.120,00
nov/85 Decreto nº 91861, de 1985 Cr$ 600.000,00
mar/86 Decreto-Lei nº 2284,de 1986 Cz$ 804,00
jan/87 Portaria nº 3019, de 1987 Cz$ 964,80
mar/87 Decreto nº 94062, de 1987 Cz$ 1.368,00
mai/87 Portaria nº 3149, de 1987 Cz$ 1.641,60
jun/87 Portaria nº 3175, de 1987 Cz$ 1.969,92
ago/87 Decreto-Lei nº 2351,de 1987 Cz$ 1.970,00
set/87 Decreto nº 94815, de 1987 Cz$ 2.400,00
out/87 Decreto nº 94989, de 1987 Cz$ 2.640,00
nov/87 Decreto nº 95092, de 1987 Cz$ 3.000,00
dez/87 Decreto nº 95307, de 1987 Cz$ 3.600,00
jan/88 Decreto nº 95479, de 1987 Cz$ 4.500,00
fev/88 Decreto nº 95686, de 1988 Cz$ 5.280,00
mar/88 Decreto nº 95758, de 1988 Cz$ 6.240,00
abr/88 Decreto nº 95884, de 1988 Cz$ 7.260,00
mai/88 Decreto nº 95987, de 1988 Cz$ 8.712,00
jun/88 Decreto nº 96107, de 1988 Cz$ 10.368,00
jul/88 Decreto nº 96235, de 1988 Cz$ 12.444,00
ago/88 Decreto nº 96442, de 1988 Cz$ 15.552,00
set/88 Decreto nº 96625, de 1988 Cz$ 18.960,00
out/88 Decreto nº 96857, de 1988 Cz$ 23.700,00
nov/88 Decreto nº 97024, de 1988 Cz$ 30.800,00
dez/88 Decreto nº 97151, de 1988 Cz$ 40.425,00
jan/89 Decreto nº 97385, de 1988 NCz$ 63,90
mai/89 Decreto nº 97696, de 1989 NCz$ 81,40
jun/89 Lei nº 7789, de 1989 NCz$ 120,00
jul/89 Decreto nº 97915, de 1989 NCz$ 149,80
ago/89 Decreto nº 98006, de 1989 NCz$ 192,88
set/89 Decreto nº 98108, de 1989 NCz$ 249,48
out/89 Decreto nº 98211, de 1989 NCz$ 381,73
nov/89 Decreto nº 98346, de 1989 NCz$ 557,31
dez/89 Decreto nº 98456, de 1989 NCz$ 788,12
jan/90 Decreto nº 98783, de 1989 NCz$ 1.283,95
fev/90 Decreto nº 98900, de 1990 NCz$ 2.004,37
mar/90 Decreto nº 98985, de 1990 NCz$ 3.674,06
abr/90 Portaria nº 191-A, de 1990 Cr$ 3.674,06
mai/90 Portaria nº 289, de 1990 Cr$ 3.674,06
jun/90 Portaria nº 308, de 1990 Cr$ 3.857,66
jul/90 Portaria nº 415, de 1990 Cr$ 4.904,76
ago/90 Portaria nº 429 e 3557, de 1990 Cr$ 5.203,46
set/90 Portaria nº 512, de 1990 Cr$ 6.056, 31
out/90 Portaria nº 561, de 1990 Cr$ 6.425,14
nov/90 Portaria nº 631, de 1990 Cr$ 8.329,55
dez/90 Portaria nº 729, de 1990 Cr$ 8.836,82
jan/91 Portaria nº 854, de 1990 Cr$ 12.325,60
fev/91 Lei nº 8178, de 1991 Cr$ 15.895,46
mar/91 Lei nº 8178, de 1991 Cr$ 17.000,00
set/91 Lei nº 8222, de 1991 Cr$ 42.000,00
jan/92 Lei nº 8222, de 1991 e Portaria nº 042, de 1992 Cr$ 96.037,33
Maio 1992 Lei nº 8419, de 1992 Cr$ 230.000,00
set/92 Lei nº 8419, de 1992 e Portaria nº 601, de 1992 Cr$ 522.186,94
jan/93 Lei nº 8542, de 1992 Cr$ 1.250.700,00
mar/93 Port. Interministerial nº 004, de 1993 Cr$ 1.709.400,00
mai/93 Port. Interministerial nº 007, de 1993 Cr$ 3.303.300,00
jul/93 Port. Interministerial nº 011, de 1993 Cr$ 4.639.800,00
ago/93 Port. Interministerial nº 012, de 1993 CR$ 5.534,00
set/93 Port. Interministerial nº 014, de 1994 CR$ 9.606,00
out/93 Port. Interministerial nº 015, de 1993 CR$ 12.024,00
nov/93 Port. Interministerial nº 017, de 1993 CR$ 15.021,00
dez/93 Port. Interministerial nº 019, de 1993 CR$ 18.760,00
jan/94 Port. Interministerial nº 020, de 1993 CR$ 32.882,00
fev/94 Port. Interministerial nº 002, de 1994 CR$ 42.829,00
mar/94 Port. Interministerial nº 004, de 1994 URV 64,79 / R$ 64,79
jul/94 Lei nº 9069, de 1995 R$ 64,79
Set/94 Lei nº 9063, de 1995 R$ 70,00
mai/95 Maio 1995 Lei nº 9032, de 1995 R$ 100,00
mai/96 Maio 1996 Lei nº 9971, de 2000 R$ 112,00
mai/97 Lei nº 9971, de 2000 R$ 120,00
mai/98 Lei nº 9971, de 2000 R$ 130,00
mai/99 Lei nº 9971, de 2000 R$ 136,00
abr/00 Lei nº 9971, de 2000 R$ 151,00
abr/01 Medida Provisória nº 2194-6, de 2001 R$ 180,00
abr/02 Lei nº 10525, de 2002 R$ 200,00
abr/03 Lei nº 10699, de 2003 R$ 240,00
mai/04 Lei nº 10888, de 2004 R$ 260,00
mai/05 Lei nº 11164, de 2005 R$ 300,00
abr/06 Medida Provisória nº 288, de 2006 R$ 350,00
abr/07 Lei nº 11498, de 2007 (MP nº 362, de 2007) R$ 380,00
mar/08 Medida Provisória nº 421, de 2008 R$ 415,00
fev/09 Medida Provisória nº 456, de 2009 R$ 465,00
jan/10 Medida Provisória nº 474, de 2009 R$ 510,00
jan/11 Medida Provisória nº 516, de 2010 R$ 540,00
Lei nº 12.382, de 2011 R$ 545,00
jan/12 Decreto nº 7.655, de 2011 R$ 622
jan/13 Decreto nº 7.872, de 2012 R$ 678,00
jan/14 Decreto nº 8.166, de 2013 R$ 724,00
jan/15 Decreto nº 8.381, de 2014 R$ 788,00
jan/16 Decreto nº 8.618, de 2015 R$ 880,00
507 INDÚSTRIA – TRANSPORTE FERROVIÁRIO e de CARRIS URBANOS (inclusive Cabos Aéreos) EMPRESA METROVIÁRIA – EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÕES – OFICINA GRÁFICA DE EMPRESA JORNALÍSTICA – Oficinas Mecânicas de Manutenção e Reparação de Veículos e Máquinas, inclusive de concessionárias – ESCRITÓRIO E DEPÓSITO DE EMPRESA INDUSTRIAL – INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL – ARMAZENS GERAIS – SOCIEDADE COOPERATIVA (estabelecimento no qual explora atividade econômica relacionada neste código) – TOMADOR DE SERVIÇO DE TRABALHADOR AVULSO – contribuição sobre a remuneração de trabalhador avulso vinculado à indústria.INDÚSTRIA DE CARNES E DERIVADOS (frigorífico) de animal de qualquer espécie, inclusive o setor industrial das agroindústrias de piscicultura, carcinicultura, suinocultura e avicultura (exceto quanto aos empregados envolvidos diretamente com o abate – FPAS 531)

SETOR INDUSTRIAL DA AGROINDÚSTRIA de florestamento e reflorestamento quando não aplicável a substituição, na forma do art. 22 A da Lei 8.212/91

ESTALEIRO – setor de fabricação e desmontagem de embarcações navais

515 COMÉRCIO ATACADISTA – COMÉRCIO VAREJISTA – AGENTE AUTÔNOMO DO COMÉRCIO – COMÉRCIO ARMAZENADOR – TURISMO E HOSPITALIDADE (inclusive salão de barbeiro, instituto de beleza, empresa de compra, venda, locação e administração de imóvel, engraxate, empresa de asseio e conservação, sociedade beneficente e religiosa etc.) – ESTABELECIMENTO DE SERVIÇO DE SAÚDE (hospital, clínica, casa de saúde, laboratório de pesquisas e análises clínicas, cooperativa de serviço médico, banco de sangue, estabelecimento de ducha, massagem e fisioterapia e empresa de prótese) – COMÉRCIO TRANSPORTADOR, REVENDEDOR, RETALHISTA DE ÓLEO DIESEL, ÓLEO COMBUSTÍVEL E QUEROSENE (exceto quanto aos empregados envolvidos diretamente na atividade de transporte – Dec. 1.092/94 – FPAS 612) –EMPRESA E SERVIÇOS DE PROCESSAMENTO DE DADOS – ESCRITÓRIO, CONSULTÓRIO OU LABORATÓRIO DE PROFISSIONAIS LIBERAIS (pessoa jurídica) – CONSÓRCIO – AUTO-ESCOLA – CURSO LIVRE – LOCAÇÕES DIVERSAS – PARTIDO POLÍTICO – EMPRESA DE TRABALHO TEMPORÁRIO (contribuição sobre a folha de salário de seus empregados)  – SOCIEDADE COOPERATIVA (estabelecimento no qual explora atividade econômica relacionada neste código) – TOMADOR DE SERVIÇO DE TRABALHADOR AVULSO – contribuição sobre a remuneração de trabalhador avulso vinculado ao comércio – EMPRESAS DE FACTORING
523 SINDICATO OU ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DE EMPREGADO, TRABALHADOR AVULSO OU EMPREGADOR, PERTENCENTE A ATIVIDADE OUTRORA NÃO VINCULADA AO ex-IAPC – EMPRESA BRASILEIRA DE NAVEGAÇÃO (exclusivamente em relação aos tripulantes de embarcação inscrita no Registro Especial Brasileiro – REB, Lei nº 9.432, de 1997 e Decreto n° 2.256, de 1997), PESSOAS JURÍDICAS DE DIREITO PRIVADO CONSTITUÍDAS SOB A FORMA DE SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO.
531 INDÚSTRIA DE CANA-DE-AÇÚCAR – DE LATICÍNIO – DE BENEFICIAMENTO DE CHÁ E MATE – DA UVA – DE EXTRAÇÃO E BENEFICIAMENTO DE FIBRAS VEGETAIS E DE DESCAROÇAMENTO DE ALGODÃO – DE BENEFICIAMENTO DE CAFÉ E DE CEREAIS – DE EXTRAÇÃO DE MADEIRA PARA SERRARIA, DE RESINA, LENHA E CARVÃO VEGETAL – MATADOURO OU ABATEDOURO E O SETOR DE ABATE DE ANIMAL DE QUALQUER ESPÉCIE, inclusive das agroindústrias de PISCICULTURA, CARCINICULTURA, SUINOCULTURA E AVICULTURA, E CHARQUEADA.
540 EMPRESA DE NAVEGAÇÃO MARÍTIMA, FLUVIAL OU LACUSTRE  (exceto em relação aos tripulantes de embarcação inscrita no Registro Especial Brasileiro – REB – FPAS 523) – AGÊNCIA DE NAVEGAÇÃO – SERVIÇO PORTUÁRIO – EMPRESA DE DRAGAGEM – EMPRESA DE ADMINISTRAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE PORTOS – SERVIÇOS PORTUÁRIOS – ÓRGÃO DE GESTÃO DE MÃO-DE-OBRA (em relação aos empregados permanentes) – EMPRESA DE CAPTURA DE PESCADO (inclusive armador de pesca em relação aos empregados envolvidos na atividade de captura de pescado e do escritório). ESTALEIRO – setor de reparos e consertos sem desmontagem de embarcações navais
558 EMPRESA AEROVIÁRIA, INCLUSIVE TÁXI-AÉREO – EMPRESA DE SERVIÇO AÉREO ESPECIALIZADO – EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS – IMPLANTAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO, OPERAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA AEROPORTUÁRIA E DE SERVIÇOS AUXILIARES – EMPRESA DE FABRICAÇÃO, REPARO E MANUTENÇÃO OU REPRESENTAÇÃO DE AERONAVE, SUAS PEÇAS E ACESSÓRIOS – EMPRESA DE EQUIPAMENTO AERONÁUTICO.
566 EMPRESA DE COMUNICAÇÃO – EMPRESA DE PUBLICIDADE – EMPRESA JORNALÍSTICA – EMPRESA DE DIFUSÃO CULTURAL E ARTÍSTICA – ESTABELECIMENTO DE CULTURA FÍSICA – ESTABELECIMENTO HÍPICO – ESCRITÓRIO, CONSULTÓRIO DE PROFISSIONAL LIBERAL (pessoa física) – SINDICATO OU ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAL, EMPREGADO OU EMPREGADOR, PERTENCENTE A ATIVIDADE OUTRORA VINCULADA AO ex-IAPC – CONDOMÍNIO – CRECHE – ASSOCIAÇÕES DESPORTIVAS (exceto clubes de futebol profissional – FPAS 647 e 779) – ENTIDADES RECREATIVAS, CULTURAIS, DE ORIENTAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL E DE ASSISTENCIA SOCIAL –  SOCIEDADE COOPERATIVA  (estabelecimento no qual explora atividade econômica relacionada neste código)
574 ESTABELECIMENTO DE ENSINO – SOCIEDADE COOPERATIVA (estabelecimento no qual explora atividade econômica relacionada neste código)
582 ÓRGÃO DO PODER PÚBLICO (União, Estado, Distrito Federal e Município, inclusive suas respectivas Autarquias e as Fundações com personalidade jurídica de direito público.) – ORGANISMO OFICIAL BRASILEIRO E INTERNACIONAL do qual o Brasil seja membro efetivo e mantenha, no exterior, brasileiro civil que trabalhe para a união ainda que lá domiciliado e contratado – REPARTIÇÃO DIPLOMÁTICA BRASILEIRA sediada no exterior que contrata auxiliares locais – MISSÃO DIPLOMÁTICA OU REPARTIÇÃO CONSULAR de carreira estrangeira e órgão a ela subordinado no Brasil, ou a membro dessa missão ou repartição, observadas as exclusões legais (Decreto-Lei nº 2.253/85), ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – CONSELHO DE FISCALIZAÇÃO DE PROFISSÃO REGULAMENTADA.Nota: não se incluem no FPAS 582 as MISSÕES DIPLOMÁTICAS E OUTROS ORGANISMOS A ELAS EQUIPARADOS, INCLUSIVE SEUS MEMBROS, que sejam partícipes de acordo internacional de isenção reconhecido pelo Brasil, os quais deverão se enquadrar no FPAS 876.
590 CARTÓRIO, TABELIONATO, oficializados ou não. Empresa prestadora de serviços de engenharia, em relação ao brasileiro por ela contratado no Brasil ou transferido para prestar serviços no exterior, inclusive nas atividades de consultoria, projetos e obras, montagem, gerenciamento e congêneres, conforme disposto no art. 11 da Lei nº 7.064, de 1982.
604 PRODUTOR RURAL, pessoa física e jurídica, inclusive na atividade de criação de pescado em cativeiro, em relação a todos os seus empregados, excluído deste código o produtor rural pessoa jurídica que explora outra atividade econômica autônoma comercial, de serviços ou industrial – SETOR RURAL DA AGROINDÚSTRIA não relacionada no caput do art. 2º do Decreto-Lei nº 1.146/70, a partir da competência novembro/2001, exceto as agroindústrias, inclusive sob a forma de cooperativa, de piscicultura, carcinicultura, suinocultura e avicultura– SETOR RURAL DA AGROINDÚSTRIA de florestamento e reflorestamento, quando aplicável a substituição na forma do art. 22 A da Lei 8.212/91

SOCIEDADE COOPERATIVA DE PRODUTORES RURAIS (exclusivamente em relação a– CONSÓRCIO SIMPLIFICADO DE PRODUTORES RURAIS os empregados contratados para a colheita da produção de seus cooperados), a partir da competência novembro/2001 – TOMADOR DE SERVIÇO DE TRABALHADOR AVULSO – contribuição sobre a remuneração de trabalhador avulso vinculado à área rural.

612 EMPRESA DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO – EMPRESA DE TRANSPORTE DE VALORES – EMPRESA DE LOCAÇÃO DE VEÍCULO – EMPRESA DE DISTRIBUIÇÃO DE PETRÓLEO (exclusivamente em relação à folha de pagamento dos empregados envolvidos diretamente na atividade de transporte) – SOCIEDADE COOPERATIVA (estabelecimento no qual explora atividade econômica relacionada neste código)
620 TOMADOR DE SERVIÇO DE TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO AUTÔNOMO (contribuição previdenciária a cargo da empresa tomadora e contribuição descontada do transportador autônomo para o SEST e o SENAT).
639 ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, com isenção requerida e concedida pela Previdência Social, inclusive aquela transformada em entidade de fins econômicos na forma do artigo 7° da Lei 9131/95, no período de pagamento parcial das contribuições patronais, nos termos do art. 13 da Lei n° 11.096, de 13 de janeiro de 2005
647 ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA QUE MANTÉM EQUIPE DE FUTEBOL PROFISSIONAL, em qualquer modalidade desportiva e CLUBE DE FUTEBOL PROFISSIONAL – contribuição descontada dos empregados, atletas ou não, e as destinadas a outras entidades ou fundos.
655 EMPRESA DE TRABALHO TEMPORÁRIO (Lei n.º 6.019/74) – contribuição sobre a remuneração do trabalhador temporário.
680 ÓRGÃO GESTOR DE MÃO-DE-OBRA com relação a contribuição sobre a remuneração de trabalhador avulso vinculado à Diretoria de Portos e Costas.
736 BANCO COMERCIAL – BANCO DE INVESTIMENTO – BANCO DE DESENVOLVIMENTO – CAIXA ECONÔMICA – SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO – SOCIEDADE DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO  – SOCIEDADE CORRETORA – DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS  – EMPRESA DE ARRENDAMENTO MERCANTIL – SOCIEDADE COOPERATIVA DE CRÉDITO – EMPRESA DE SEGURO PRIVADO E DE CAPITALIZAÇÃO (inclusive seguro saúde) – AGENTE AUTÔNOMO DE SEGURO PRIVADO E DE CRÉDITO – ENTIDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA (aberta e fechada).
744 PRODUTOR RURAL PESSOA FÍSICA E JURÍDICA, contribuição sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção rural – AGROINDÚSTRIA, contribuição sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção própria e adquirida de terceiros, industrializada ou não, a partir de novembro/2001, excluídas: I – as agroindústrias de piscicultura, carcinicultura, suinocultura e avicultura, inclusive sob a forma de cooperativa, e II – a agroindústria de  florestamento e reflorestamento quando não aplicável a substituição.– Exclui-se da receita bruta, a receita de prestação de serviços.
779 ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA QUE MANTÉM EQUIPE DE FUTEBOL PROFISSIONAL – contribuição de 5% da receita bruta, decorrente de espetáculo desportivo de que participe em todo território nacional em qualquer modalidade, inclusive jogos internacionais, a ser recolhida pela ENTIDADE PROMOTORA DO EVENTO (federação ou confederação), e de QUALQUER FORMA DE PATROCÍNIO, LICENCIAMENTO DE USO DE MARCAS E SÍMBOLOS, PUBLICIDADE, PROPAGANDA E TRANSMISSÃO DE ESPETÁCULOS DESPORTIVOS, a ser recolhida pela empresa ou entidade patrocinadora.
787 SINDICATO, FEDERAÇÃO E CONFEDERAÇÃO PATRONAL RURAL – ATIVIDADE COOPERATIVISTA RURAL – SETOR RURAL DA SOCIEDADE COOPERATIVA não relacionada no Decreto-Lei n.º 1.146/70 – SETOR RURAL DAS AGROINDÚSTRIAS de piscicultura, carcinicultura, suinocultura e avicultura – SETOR RURAL DA AGROINDÚSTRIA de florestamento e reflorestamento quando não aplicável a substituição, na forma do art. 22 A da Lei 8.212/91 –PRESTADOR DE MÃO-DE-OBRA RURAL LEGALMENTE CONSTITUÍDO COMO PESSOA JURÍDICA, a partir de 08/94 – PRODUTOR RURAL PESSOA JURÍDICA e AGROINDÚTRIA  exclusivamente em relação aos empregados envolvidos na prestação de serviços rurais ou agroindustriais, caracterizados ou não como atividade autônoma, a partir de novembro/2001 – SETOR RURAL DO PRODUTOR PESSOA JURÍDICA excluído da substituição por ter atividade econômica autônoma (comercial, industrial ou de serviços)
795 ESTABELECIMENTOS RURAL E INDUSTRIAL DA SOCIEDADE COOPERATIVA relacionada no art. 2°, caput, do Decreto-Lei n.º 1.146/70
825 AGROINDÚSTRIA relacionada no caput do art. 2º do Decreto-Lei nº 1.146/70, a partir da competência novembro/2001 – TOMADOR DE SERVIÇO DE TRABALHADOR AVULSO – contribuição sobre a remuneração de trabalhador avulso vinculado à agroindústria relacionada no caput do art. 2º do Decreto-Lei nº 1.146/70Exclui-se deste código a prestação de serviços a Terceiros.
833 SETOR INDUSTRIAL DA AGROINDÚSTRIA não relacionada no caput do art. 2º do Decreto-Lei nº 1.146/70, a partir da competência novembro/2001, exceto as agroindústrias de piscicultura, carcinicultura, suinocultura e avicultura, inclusive sob a forma de cooperativa – SETOR INDUSTRIAL DA AGROINDÚSTRIA de florestamento e reflorestamento quando aplicável a substituição, na forma do art. 22 A da Lei 8.212/91. TOMADOR DE SERVIÇO DE TRABALHADOR AVULSO – contribuição sobre a remuneração de trabalhador avulso vinculado à agroindústria não relacionada no caput do art. 2º do Decreto-Lei nº 1.146/70 – Exclui-se deste código a prestação de serviços a Terceiros .
868 EMPREGADOR DOMÉSTICO – instituído para possibilitar o depósito do FGTS do empregado doméstico por meio da GFIP.
876 MISSÕES DIPLOMÁTICAS E OUTROS ORGANISMOS A ELAS EQUIPARADOS, INCLUSIVE SEUS MEMBROS, que sejam partícipes de acordo internacional de isenção reconhecido pelo Brasil.

Fonte TBR WEB

Documentos Trabalhistas e Previdenciários Prazo de guarda
Fundamento legal
   Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho
Aviso Prévio
Pedido de Demissão
5 anos CF/1988, art. 7º, inciso XXIX, na redação da Emenda Constitucional nº 28/2000
   Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) a contar da data da postagem 3 anos Portaria MTE nº 235/2003, art. 1º, Parágrafo 2º
   Acordo de compensação
Acordo de prorrogação de horas
Atestado médico
Autorização para descontos não previstos em lei
Cartões, fichas ou livros de ponto
Comprovante de entrega da Comunicação de Dispensa (CD)
Documentos relativos a créditos tributários (IR etc.)
Documentos relativos às eleições da CIPA (*)
Guias de Recolhimento de contribuição sindical, assistencial e confederativa (para contribuições descontadas e não recolhidas não corre prazo prescricional)
Mapa Anual de acidentes do trabalho (**)
Recibo de 13º salário
Recibo de abono de férias
Recibo de adiantamento do 13º salário
Recibo de entrega do Requerimento Seguro-Desemprego (SD)
Recibo de gozo de férias
Recibos de adiantamento
Recibos de pagamento
Relação de contribuição sindical, assistencial e confederativa
Solicitação da 1ª parcela do 13º salário
Solicitação de abono de férias
Vale-transporte
5 anos CF/1988, art. 7º, inciso XXIX, na redação da Emenda Constitucional nº 28/2000
(*) Portaria MTb nº 3.214/1978, NR 5, item 5.40, letra “j”, na redação da Portaria SSST nº 8/1999
(**) Portaria MTb nº 3.214/1978, NR 4, item 4.12, letra “j”, na redação da Portaria SSMT nº 33/1983
   Documentos sujeitos à fiscalização do INSS/RFB (folha de pagamento, recibo e ficha de salário-família, atestados médicos relativos a afastamento por incapacidade ou salário-maternidade, GPS etc.) 5 ou 10 anos, conforme o caso Lei nº 8.213/1991, arts. 103 ,103-A e 104
   PIS/Pasep – a contar da data prevista para seu recolhimento
Salário-educação
10 anos Decreto-lei nº 2.052/1983; art. 10
Decreto nº 6.003/2006, art. 1º
   Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)
Comprovação de entrega do PPP ao trabalhador
20 anos Instrução Normativa INSS nº 45/2010, art. 272, Parágrafo 14
   Dados obtidos nos exames médicos (admissional, periódico, de retorno ao trabalho, mudança de função e demissional), incluindo avaliação clínica e exames complementares, as conclusões e as medidas aplicadas (contados após o desligamento do trabalhador) 20 anos Portaria MTb nº 3.214/1978, NR 7, subitens 7.4.1, 7.4.2, 7.4.5 e 7.4.5.1 da redação dada pela Portaria SSST nº 24/1994
   Dados obtidos no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) 20 anos Portaria MTb nº 3.214/1978, NR 9, Subitens 9.3.8.2, da redação dada pela Portaria SSST nº 25/1994
   Documentos relativos ao FGTS 30 anos Lei nº 8.036/1990, art. 23, Parágrafo 5º e RFGTS, aprovado pelo Decreto nº 99.684/1990, art. 55 e Súmula TST nº 362.
   Livros de Atas da CIPA
Livros de Inspeção do Trabalho
Contrato de Trabalho
Livros ou Fichas de Registro de empregados
RAIS – o art. 8º da Portaria MTE nº 10/2011, que aprovou as instruções para a declaração da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), referentes ao ano-base 2009, dispõe: “O estabelecimento é obrigado a manter arquivados, durante cinco anos, à disposição do trabalhador e da Fiscalização do Trabalho, os seguintes documentos comprobatórios do cumprimento das obrigações relativas ao Ministério do Trabalho e Emprego – MTE:
I – o relatório impresso ou a cópia dos arquivos; e
II – o recibo de entrega da RAIS”
Contudo, por ser a Rais um documento de suma importância, que demonstra toda a vida profissional do empregado durante o contrato de trabalho com a empresa, estando, inclusive, vinculada diretamente ao PIS/Pasep, recomenda-se que seja guardada por prazo indeterminado.
Indeterminado  n/a

Fonte TBR WEB

ENCARGOS TRABALHISTAS INCIDÊNCIAS
INSS FGTS IRRF
Abono: Abono de Qualquer Natureza, salvo o de Férias. Sim.

Artigo 28, I, Lei 8.212/1991 e § 1º, artigo 457 da CLT.

Sim.

Artigo 15 da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º da Lei 7.713/1888.

Abono Pecuniário de Férias. Não.

Artigos 28, § 9º, ‘e’, item 6, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 144 da CLT.

Não.

Solução de Divergência COSIT 001/2009, a partir de 06/01/2009, ficou determinado que não incidirá o Imposto de Renda sobre o abono pecuniário correspondente à conversão de 1/3 (um terço) das férias em pecúnia (artigo 143 da CLT).

Adicionais.

-> Insalubridade, periculosidade, noturno, de função e tempo de serviço, de transferência, Horas extras.

Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991, Súmula 688 do STF.

Sim.

Artigo 15 da Lei 8.036/1990, Súmulas 60 e 63 do TST.

Sim.

Artigos 3º e 7º da Lei 7.713/1988.

Acidente do Trabalho.

-> Quinze primeiros dias de afastamento pagos pela empresa.

Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15 da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º da Lei 7.713/1988.

Acidente do Trabalho.

-> Período do afastamento, decorrente ao afastamento previdenciário.

Não.

Artigo 28, §9º, “a” da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 28, III, do Decreto 99.684/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Acidente do Trabalho.

– >Complementação até o valor do salário, desde que este direito seja extensivo à totalidade dos empregados da empresa.

Não.

Artigo 28, §9º, e, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Ajuda de Custo: Ajuda de Custo até 50% do Salário. Não.

Artigo 28, § 9º, ‘g’, da Lei 8.212/1991 e § 2º, artigo 457 da CLT.

Não.

Artigo 15, § 6º, da Lei 8.036/1990.

Não.

Para o IRRF a isenção é somente para a ajuda de custo destinada a atender às despesas com transporte, frete e locomoção do beneficiado e seus familiares, em caso de remoção de um município para outro, sujeita à comprovação posterior pelo contribuinte –(Artigo 39, do Decreto 3.000/1999).

Ajuda de Custo acima de 50% do Salário. Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Para o IRRF a isenção é somente para a ajuda de custo destinada a atender às despesas com transporte, frete e locomoção do beneficiado e seus familiares, em caso de remoção de um município para outro, sujeita à comprovação posterior pelo contribuinte – (Artigo 39, doDecreto 3.000/1999).

Auxílio-doença.

-> Apenas incide sobre os 15 primeiros dias pagos pela empresa.

Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Auxílio-doença.

-> Complementação até o valor do salário, desde que este direito seja extensivo à totalidade dos empregados da empresa.

Não.

Artigo 28, § 9º, ‘e’, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988; artigo 48, da Lei 8.541/1992; com redação dada pelo art. 27, da Lei 9.250/1995; e, art. 39, XLIIRIR/1999.

Aviso Prévio: Aviso Prévio Indenizado. Sim.

Artigo 1º, do Decreto 6.727/2009.

Posicionamento do STJ: não há a incidência de INSS sobre o aviso prévio indenizado, devendo o verificado o posicionamento do Sindicato Representativo da Categoria.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990, Súmula nº 305 do TST.

Não.

Artigo 6º, V, da Lei 7.713/1988.

Aviso Prévio Trabalhado. Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Creche.

-> Reembolso pago em conformidade com a legislação trabalhista, observado o limite máximo de seis anos de idade, quando devidamente comprovadas as despesas realizadas.

Não.

Artigo 28, §9º, e, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Ato Declaratório PGFN 002/2010.

O Ato Declaratório PGFN 2/2010, declara que as verbas recebidas a título de auxílio creche não estão sujeitas a incidência do Imposto de Renda.

Comissões. Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

13º Salário: 13º Salário – 1ª parcela. Não.

Artigo 214, § 6º, do Decreto 3.048/1999.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 16, I, da Lei 8.134/1990.

13º Salário – 2ª parcela. Sim.

Artigo 214, § 6º, do Decreto 3.048/1999.

Sim.

Artigo 12, XIV, da IN 25/2001.

Sim.

Artigo 16, II, da Lei 8.134/1990.

13º Salário – Proporcional pago na Rescisão Contratual. Sim.

Artigo 214, § 6º, do Decreto 3.048/1999.

Sim.

Artigo 12, XIV, da IN 25/2001.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

13º Salário – 1/12 – Correspondente à projeção do Aviso Prévio Indenizado. Sim.

Artigo1º, do Decreto 6.727/2009.

O posicionamento do STJ não há a incidência de INSS sobre o aviso prévio indenizado, devendo o verificado o posicionamento do Sindicato Representativo da Categoria.

Sim.

Artigo 12, XIV, da IN 25/2001.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

13º Salário – Parcela de Ajuste paga em janeiro do ano seguinte. Sim.

Artigo 214, § 6º, do Decreto 3.048/1999.

Aplicar a alíquota correspondente a soma do 13° pago até dezembro mais a parcela de ajuste.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigo 638, do RIR/1999.

Demissão Voluntária Incentivada. Não.

Artigo 28, § 9º, e, 5, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, § 6º, da Lei 8.036/1990.

Não.

Súmula nº 215 do STJ.

Descanso Semanal Remunerado

-> Domingos e feriados, inclusive reflexo de horas extras, inclusive reflexo de horas de adicional noturno, inclusive reflexo de comissões, inclusive reflexo de produtividade.

Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, § 6º, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Diárias: Diárias até 50% do Salário. Não.

Artigo 28, § 9º, ‘h’, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 6º, II, da Lei 7.713/1988.

Artigo 39, III, do RIR/1999.

Diárias acima de 50% do Salário. Sim.

Artigo 28, § 98, ‘a’ da Lei 8.212/1991,

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 6º, II, da Lei 7.713/1988.

Artigo 39, III, do RIR/1999.

Estagiários. Não.

Artigo 28, §9º, ‘i’, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigo 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Férias: Férias Indenizadas + 1/3 Constitucional ou Proporcional. Não.

Artigo 28, §9º, ‘d’ da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Isento de IRRF (ADI SRF 014 / 2005) sobre 1/3 constitucional, inclusive o valor correspondente à dobra da remuneração de férias de que trata o art. 137 da CLT.

Férias Normais (Inclusive Férias Coletivas + 1/3 Constitucional). Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

O cálculo do IRRF será efetuado separadamente dos demais rendimentos pagos no mês, com base na tabela progressiva; a base de cálculo corresponderá ao valor das férias pago ao empregado, acrescido dos abonos previstos no Artigo 7º, inciso XVII, da Constituição Federal e no artigo 143 da CLT; serão admitidas as deduções legais (Artigo 625, Decreto 3.000/99).

Férias em dobro. Não.

Artigo 28, § 9º, ‘d’, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Gorjetas. Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigo 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Gratificação Ajustadas.

-> Expressas ou tácitas, inclusive de função (cargo de confiança).

Sim.

Artigo 28, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigo 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Horas Extras. Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigo 3º e 7º da Lei 7.713/1988.

Indenizações por tempo de serviço.

-> Empregado não optante pelo FGTS, artigo 478 da CLT (anterior a 05/10/1988).

Não.

Artigo 28, § 9º, ‘e’, item 2, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 6º, V, da Lei 7.713/1988.

Indenização em geral.

-> Por tempo de serviço, artigo 479 da CLT.

Não.

Artigo 28, § 9º, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 6º, V, da Lei 7.713/1988.

Indenização adicional.

-> Empregado dispensado sem justa causa no período de 30 dias que antecede a data base – Artigo 9º, da Lei 7.238/1984.

Não.

Artigo 28, § 9º, ‘e’, item 9, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 6º, V, da Lei 7.713/1988.

Multa.

-> Artigo 477, § 8º, da CLT.

Não.

Artigo 28, § 9º, X, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 6º, V, da Lei 7.713/1988.

Participação nos lucros e resultados. Não.

Artigo 28, § 9º, ‘j’, da Lei 8.212/1991 e artigo 20, da Lei 9.711/1998.

Não.

Artigo 3º, da Lei 10.101/2000.

Sim.

Artigo 3º, da Lei 10.101/2000.

Percentagens. Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigo 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Prêmios. Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigo 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Produtividade. Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Quebra de Caixa. Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, § 6º, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigo 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Retiradas de Diretores Empregados. Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Retiradas de Diretores Proprietários. Sim.

Artigo 28, III, da Lei 8.212/1991.

Facultativo.

Artigo 16, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Retiradas de Titulares de Firma Individual. Sim.

Artigo 28, III, da Lei 8.212/1991.

Facultativo.

Artigo 16, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Salário. Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Salário-Família. Não.

Artigo 28, § 9º, ‘a’, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 25, da Lei 8.218/1991.

Salário-Maternidade. Sim.

Artigo 28, § 2º, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 28, IV, do Decreto 99.684/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Salário utilidade “in natura” – Artigo 458 da CLT.

-> Parcela “in natura” recebida de acordo com os programas de alimentação aprovados pelo Ministério do Trabalho, nos termos da Lei 6.321/1976.

Não.

Artigo 28, § 9º, ‘c’, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 6º, I, da Lei 7.713/1988.

Salário utilidade “in natura” – Artigo 458 da CLT.

-> Plano educacional que vise à educação básica, nos termos do artigo 21 da Lei 9.394/1996, e a cursos de capacitação e qualificação profissionais vinculados às atividades desenvolvidas pela empresa, desde que este não seja utilizado em substituição de parcela salarial e que todos os empregados e dirigentes tenham acesso ao mesmo.

Não.

Artigo 28, § 9º, ‘t’, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigo 43, I, RIR/1999.

Salário utilidade “in natura” – Artigo 458 da CLT.

-> Previdência complementar, aberta ou fechada – valor da contribuição efetivamente paga pela pessoa jurídica, desde que disponível à totalidade de seus empregados e dirigentes, observados, no que couber, os artigos 9º e 468 da CLT.

Não.

Artigo 28, § 9º, ‘p’, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 6º, VIII, da Lei 7.713/1988.

Salário utilidade “in natura” – Artigo 458 da CLT.

-> Serviço médico ou odontológico, próprio da empresa ou por ela conveniado, inclusive o reembolso de despesas com medicamentos, óculos, aparelhos ortopédicos, despesas médico-hospitalares e outras similares, desde que a cobertura abranja a totalidade dos empregados e dirigentes da empresa.

Não.

Artigo 28, § 9º, ‘p’ da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigo 43, I, RIR/1999.

Salário utilidade “in natura” – Artigo 458 da CLT.

-> Valor das contribuições efetivamente pago pela pessoa jurídica relativo a prêmio de seguro de vida em grupo, desde que previsto em acordo ou convenção coletiva de trabalho e disponível a totalidade de seus empregados e dirigentes, observados, no que couber, os artigos 9° e 468 da CLT.

Não.

Artigo 28, § 9º, ‘p’ da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 6º, VIII, da Lei 7.713/1988.

Salário utilidade “in natura” – Artigo 458 da CLT.

-> Outras utilidades concedidas aos empregados.

Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigo 43, I, RIR/1999.

Saldo de Salário. Sim.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigo 43, I, RIR/1999.

Serviço de Autônomo. Sim.

Artigo 28, III, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigos 3º e 7º, da Lei 7.713/1988.

Serviço Militar Obrigatório. Não.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Sim.

Artigo 28, I, do Decreto 99.684/1990.

Sim.

Artigo 43, I, RIR/1999.

Transportador Autônomo.

-> Fretes, carretos ou transporte de passageiros pagos a pessoa física autônoma.

Sim.

Artigo 201, do Decreto 3.048/1999; Artigo 55, § 2º, e Artigo 111-H, da IN RFB 971/2009.

A base de cálculo do INSS será de 20% do rendimento bruto pelo transporte de cargas ou passageiros (Artigo 201, do Decreto 3.048/1999).

Sobre esta mesma base de cálculo de 20% do valor bruto do rendimento bruto, a empresa deverá descontar 2,5% para o SEST/SENAT (Artigo 55, § 2º, IN RFB 971/2009).

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

A base de cálculo do IRRF será de 10% do rendimento bruto, quando for transporte de cargas e de 60% do rendimento bruto, quando for transporte de passageiros – (Artigo 629, Decreto 3.000/99; e, Artigo 18, da MP 582/2012).

Utilidades.

-> Alimentação, habitação e transporte fornecidos pela empresa ao empregado contratado para trabalhar em localidade distante da de sua residência, em canteiro de obras ou local que, por força da atividade, exija deslocamento e estada, observadas as normas de proteção estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Não.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 6º, I, da Lei 7.713/1988.

Vale-Transporte. Não.

Artigo 28, § 9º, ‘f’ da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 2º, ‘b’, da Lei 7.418/1985.

Não.

Artigo 6º, I, da Lei 7.713/1988.

Veículo do Emprego.

-> Ressarcimento de despesas pelo uso de veículo do empregado, quando devidamente comprovadas.

Não.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Sim.

Artigo 43, X, RIR/1999.

Vestuários, equipamentos e outros acessórios.

-> Fornecidos ao empregado e utilizados no local do trabalho para prestação dos respectivos serviços.

Não.

Artigo 28, I, da Lei 8.212/1991.

Não.

Artigo 15, da Lei 8.036/1990.

Não.

Artigo 6º, I, da Lei 7.713/1988.

ICMS

CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP

  1. As operações praticadas pelos contribuintes do ICMS e/ou IPI estão relacionadas e codificadas através dos Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP). Estes códigos devem ser indicados quando da emissão de notas fiscais, escrituração de livros e no preenchimento de guias e declarações.
  2. Os Códigos Fiscais de Operações e Prestações foram instituídos pelo Convênio SINIEFs/n° de 15/12/1970. Posteriormente, o Ajuste SINIEF n° 11, de 1989, alterou o Anexo Convênio SINIEF s/n° de 15/12/1970, aprovando novos códigos fiscais para incluir as operações e prestações que passaram a incidência do ICMS (serviços de transporte, comunicação e energia elétrica). Estes códigos foram modificados posteriormente pelos Ajustes SINIEF n°s 3 de 1994, 6 de 1995, 7 de 1996, 6 de 1997, 3 de 1998, 6 de 1998, 3 de 2000, 4 de 2000, 6 de 2000 e permaneceram em vigor até 31/12/2002.
  3. A partir de 1°/01/2003, entraram em vigor os códigos fiscais do Anexo ConvênioSINIEF s/n° de 15/12/1970, com redação dada pelo Ajuste SINIEF n° 7, de 2001. Nesta redação, os códigos fiscais passam a ter 4 dígitos (exemplo: 1.102 – Compraspara Comercialização).
  4. Desde então, o Anexo do Convênio s/n°, de 15/12/1970, com a redação do AjusteSINIEF n° 07, de 2001, sofreu várias modificações, as quais foram efetuadas pelos seguintes Ajustes SINIEF n°s 05, de 2002, n° 005, de 2003, n° 09, de 2003, n° 03, de 2004, n° 04, de 2004, nº 05, de 2005, nº 06, de 2005, nº 09, de 2005, nº 06 de 2007, 03, de 2008, 005, de 2009; 014, de 2009 e 004, de 2010.

CFOP

APLICAÇÃO

1.000

2.000

3.000

DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO

1.100

2.100

3.100

COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, PRODUÇÃO RURAL, COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

1.101

2.101

3.101

Compra para industrialização ou produção rural

Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa (Nova redação – Ajuste SINIEF nº005, de 2005).

1.102

2.102

3.102

Compra para comercialização

Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento comercial de cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa.

1.111

2.111

Compra para industrialização, de mercadoria recebida anteriormente em consignação industrial

Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização, recebidas anteriormente a título de consignação industrial.

1.113

2.113

Compra para comercialização, de mercadoria recebida anteriormente em consignação mercantil

Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil.

1.116

2.116

Compra para industrialização ou produção rural originada de encomenda para recebimento futuro

Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural, quando da entrada real da mercadoria, cuja aquisição tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos 1.922 ou 2.922 – “Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro” (Nova redação – AjusteSINIEF nº 005, de 2005).

1.117

2.117

Compra para comercialização originada de encomenda para recebimento futuro

Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, quando da entrada real da mercadoria, cuja aquisição tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos 1.922 ou 2.922 – “Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro”.

1.118

2.118

Compra de mercadoria para comercialização pelo adquirente originário, entregue pelo vendedor remetente ao destinatário, em venda à ordem

Classificam-se neste código as compras de mercadorias já comercializadas, que, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente originário, sejam entregues pelo vendedor remetente diretamente ao destinatário, em operação de venda à ordem, cuja venda seja classificada, pelo adquirente originário, respectivamente, nos códigos 5.120 ou 6.120 – “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário pelo vendedor remetente, em venda à ordem”.

1.120

2.120

Compra para industrialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente

Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização, em vendas à ordem, já recebidas do vendedor remetente, por ordem do adquirente originário.

1.121

2.121

Compra para comercialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente

Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, em vendas à ordem, já recebidas do vendedor remetente por ordem do adquirente originário.

1.122

2.122

Compra para industrialização em que a mercadoria foi remetida pelo fornecedor ao industrializador sem transitar pelo estabelecimento adquirente

Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização, remetidas pelo fornecedor para o industrializador sem que a mercadoria tenha transitado pelo estabelecimento do adquirente.

1.124

2.124

Industrialização efetuada por outra empresa

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias industrializadas por terceiros, compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial. Quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo imobilizado ou de mercadorias para uso ou consumo do estabelecimento encomendante, a entrada deverá ser classificada, respectivamente, nos códigos 1.551 ou 2.551 – “Compra de bem para o ativo imobilizado”, ou respectivamente nos códigos 1.556 ou 2.556 – “Compra de material para uso ou consumo”.

1.125

2.125

Industrialização efetuada por outra empresa quando a mercadoria remetida para utilização no processo de industrialização não transitou pelo estabelecimento adquirente da mercadoria

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias industrializadas por outras empresas, em que as mercadorias remetidas para utilização no processo de industrialização não transitaram pelo estabelecimento do adquirente das mercadorias, compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial. Quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo imobilizado ou de mercadorias para uso ou consumo do estabelecimento encomendante, a entrada deverá ser classificada, respectivamente, nos códigos 1.551 ou 2.551 – “Compra de bem para o ativo imobilizado”, ou respectivamente nos códigos 1.556 ou 2.556 – “Compra de material para uso ou consumo”.

1.126

2.126

3.126

Compra para utilização na prestação de serviço

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços sujeitas ao ICMS (Nova redação – Ajuste Sinief nº 004, DOU de 13/7/2010, efeitos a partir de 1º/1/2011 – wl)

3.127

Compra para industrialização sob o regime de “drawback”

Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização e posterior exportação do produto resultante, cujas vendas serão classificadas no código 7.127 – “Venda de produção do estabelecimento sob o regime de “drawback”.

1.128 2.128

3.128

Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ISSQN

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços sujeitas ao ISSQN. (Ficam acrescentados os códigos 1.128; 2.128 e 3.128– Ref.: Ajuste Sinief nº 004, DOU de 13/7/2010, efeitos a partir de 1º/1/2011 – wl)

1.150

2.150

TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, PRODUÇÃO RURAL, COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

1.151

2.151

Transferência para industrialização ou produção rural

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural (Nova redação – Ajuste SINIEFnº 005, de 2005).

1.152

2.152

Transferência para comercialização

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem utilizadas em processo de comercialização.

1.153

2.153

Transferência de energia elétrica para distribuição

Classificam-se neste código as entradas de energia elétrica recebida em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para distribuição.

1.154

2.154

Transferência para utilização na prestação de serviço

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem utilizadas nas prestações de serviços.

1.200

2.200

3.200

DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA, DE TERCEIROS OU ANULAÇÕES DEVALORES

1.201

2.201

3.201

Devolução de venda de produção do estabelecimento

Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas como 5.101, 6.101 ou 7.101 “Venda de produção do estabelecimento” (Nova redação – Ajuste SINIEFnº 005, de 2005).

1.202

2.202

3.202

Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros

Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de industrialização no estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas como 5.102, 6.102 ou 7.102 “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros”.

1.203

2.203

Devolução de venda de produção do estabelecimento, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio

Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, cujas saídas foram classificadas, respectivamente, nos códigos 5.109 ou 6.109 – “Venda de produção do estabelecimento, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio” (Nova redação – Ajuste SINIEF nº 005, de 2005).

1.204

2.204

Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio

Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, cujas saídas foram classificadas, respectivamente, nos códigos 5.110 ou 6.110 – “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio”.

1.205

2.205

3.205

Anulação de valor relativo à prestação de serviço de comunicação

Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes de prestações de serviços de comunicação.

1.206

2.206

3.206

Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte

Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes de prestações de serviços de transporte.

1.207

2.207

3.207

Anulação de valor relativo à venda de energia elétricaClassificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes de venda de energia elétrica.

1.208

2.208

Devolução de produção do estabelecimento, remetida em transferência

Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, transferidos para outros estabelecimentos da mesma empresa (Nova redação – Ajuste SINIEF nº 005, de 2005).

1.209

2.209

Devolução de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, remetida emtransferência

Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, transferidas para outros estabelecimentos da mesma empresa.

3.211

Devolução de venda de produção do estabelecimento sob o regime de “drawback”

Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento sob o regime de “drawback”.

1.250

2.250

3.250

COMPRAS DE ENERGIA ELÉTRICA

1.251

2.251

3.251

Compra de energia elétrica para distribuição ou comercialização

Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada em sistema de distribuição ou comercialização. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica por cooperativas para distribuição aos seus cooperados.

1.252

2.252

Compra de energia elétrica por estabelecimento industrial

Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada no processo de industrialização. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento industrial de cooperativa.

1.253

2.253

Compra de energia elétrica por estabelecimento comercial

Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento comercial. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento comercial de cooperativa.

1.254

2.254

Compra de energia elétrica por estabelecimento prestador de serviço de transporte

Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento prestador de serviços de transporte.

1.255

2.255

Compra de energia elétrica por estabelecimento prestador de serviço de comunicação

Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento prestador de serviços de comunicação.

1.256

2.256

Compra de energia elétrica por estabelecimento de produtor rural

Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento de produtor rural.

1.257

2.257

Compra de energia elétrica para consumo por demanda contratada

Classificam-se neste código as compras de energia elétrica para consumo por demanda contratada, que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo.

1.300

2.300

3.300

AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO

1.301

2.301

3.301

Aquisição de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza

Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados nas prestações de serviços da mesma natureza.

1.302

2.302

Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento industrial

Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento industrial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento industrial de cooperativa.

1.303

2.303

Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento comercial

Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento comercial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento comercial de cooperativa.

1.304

2.304

Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de prestador de serviço de transporte

Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento prestador de serviço de transporte.

1.305

2.305

Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica

Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica.

1.306

2.306

Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de produtor ruralClassificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento de produtor rural.

1.350

2.350

3.350

AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE

1.351

2.351

3.351

Aquisição de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza

Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados nas prestações de serviços da mesma natureza.

1.352

2.352

3.352

Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial

Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento industrial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento industrial de cooperativa.

1.353

2.353

3.353

Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial

Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento comercial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento comercial de cooperativa.

1.354

2.354

3.354

Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de prestador de serviço de comunicação

Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento prestador de serviços de comunicação.

1.355

2.355

3.355

Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica

Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica.

1.356

2.356

3.356

Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de produtor rural

Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento de produtor rural.

1.360

Aquisição de serviço de transporte por contribuinte substituto em relação ao serviço de transporte

Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte quando o adquirente for o substituto tributário do imposto decorrente da prestação dos serviços. (CFOP acrescido pelo Ajuste SINIEF 06/07, efeitos a partir de 01.01.08.)

1.400

2.400

ENTRADAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

1.401

2.401

Compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural, decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Também serão classificadas neste código as compras por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária (Nova redação – AjusteSINIEF nº 005, de 2005).

1.403

2.403

Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Também serão classificadas neste código as compras de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária em estabelecimento comercial de cooperativa.

1.406

2.406

Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.

1.407

2.407

Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.

1.408

2.408

Transferência para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem industrializadas ou consumidas no estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária (Nova redação – Ajuste SINIEF nº 005, de 2005).

1.409

2.409

Transferência para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem comercializadas, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária.

1.410

2.410

Devolução de venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas como 5.401 ou 6.401 “Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária” (Nova redação – Ajuste SINIEF nº 005, de 2005).

1.411

2.411

Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, cujas saídas tenham sido classificadas como 5.403 ou 6.403 “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”.

1.414

2.414

Retorno de produção do estabelecimento, remetida para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as entradas, em retorno, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, remetidos para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária, e não comercializadas (Nova redação – Ajuste SINIEF nº 005, de 2005).

1.415

2.415

Retorno de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, remetida para venda fora do estabelecimento em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as entradas, em retorno, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros remetidas para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, e não comercializadas.

1.450

SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO

1.451

Retorno de animal do estabelecimento produtor

Classificam-se neste código as entradas referentes ao retorno de animais criados pelo produtor no sistema integrado.

1.452

Retorno de insumo não utilizado na produção

Classificam-se neste código o retorno de insumos não utilizados pelo produtor na criação de animais pelo sistema integrado.

1.500

2.500

3.500

ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS PARA FORMAÇÃO DE LOTE OU COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES

1.501

2.501

Entrada de mercadoria recebida com fim específico de exportação

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento de “trading company”, empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação.

1.503

2.503

Entrada decorrente de devolução de produto remetido com fim específico de exportação, de produção do estabelecimento

Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, remetidos a “trading company”, a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação, cujas saídas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos 5.501 ou 6.501 – “Remessa de produção do estabelecimento, com fim específico de exportação” (Nova redação – Ajuste SINIEF nº005, de 2005).

3.503

Devolução de mercadoria exportada que tenha sido recebida com fim específico de exportação

Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias exportadas por “trading company”, empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente, recebidas com fim específico de exportação, cujas saídas tenham sido classificadas no código 7.501 – “Exportação de mercadorias recebidas com fim específico de exportação”.

1.504

2.504

Entrada decorrente de devolução de mercadoria remetida com fim específico de exportação, adquirida ou recebida de terceiros

Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros remetidas a “trading company”, a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação, cujas saídas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos 5.502 ou 6.502 – “Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, com fim específico de exportação”.

1.505

2.505

Entrada decorrente de devolução simbólica de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento

Classificam-se neste código as devoluções simbólicas de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação, cujas saídas tenham sido classificadas no código “5.504 ou 6.504 – Remessa de mercadorias para formação de lote de exportação, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento”.

1.506

2.506

Entrada decorrente de devolução simbólica de mercadorias, adquiridas ou recebidas de terceiros, remetidas para formação de lote deexportaçãoClassificam-se neste código as devoluções simbólicas de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação em armazéns alfandegados, entrepostos aduaneiros ou outros estabelecimentos que venham a ser regulamentados pela legislação tributária de cada Unidade Federada, efetuadas pelo estabelecimento depositário, cujas saídas tenham sido classificadas no código “5.505 ou 6.505 – Remessa de mercadorias, adquiridas ou recebidas de terceiros, para formação de lote de exportação”.

1.550

2.550

3.550

OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO

1.551

2.551

3.551

Compra de bem para o ativo imobilizado

Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do estabelecimento.

1.552

2.552

Transferência de bem do ativo imobilizado

Classificam-se neste código as entradas de bens destinados ao ativo imobilizado recebidos em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.

1.553

2.553

3.553

Devolução de venda de bem do ativo imobilizado

Classificam-se neste código as devoluções de vendas de bens do ativo imobilizado, cujas saídas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos 5.551, 6.551 ou 7.551 – “Venda de bem do ativo imobilizado”.

1.554

2.554

Retorno de bem do ativo imobilizado remetido para uso fora do estabelecimento

Classificam-se neste código as entradas por retorno de bens do ativo imobilizado remetidos para uso fora do estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos 5.554 ou 6.554 – “Remessa de bem do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento”.

1.555

2.555

Entrada de bem do ativo imobilizado de terceiro, remetido para uso noestabelecimento

Classificam-se neste código as entradas de bens do ativo imobilizado de terceiros, remetidos para uso no estabelecimento.

1.556

2.556

3.556

Compra de material para uso ou consumo

Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento.

1.557

2.557

Transferência de material para uso ou consumo

Classificam-se neste código as entradas de materiais para uso ou consumo recebidos em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.

1.600

2.600

CRÉDITOS E RESSARCIMENTOS DE ICMS

1.601

Recebimento, por transferência, de crédito deICMS

Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de créditos de ICMS, recebidos por transferência de outras empresas.

1.602

Recebimento, por transferência, de saldo credor de ICMS de outro estabelecimento da mesma empresa, para compensação de saldo devedor de ICMS

Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldos credores de ICMS recebidos de outros estabelecimentos da mesma empresa, destinados à compensação do saldo devedor do estabelecimento, inclusive no caso de apuração centralizada do imposto. (Nova redação dada pelo Ajuste SINIEF nº 09/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos de 1º/01/2004.)

1.603

2.603

Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária

Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído, efetuado pelo contribuinte substituto, ou, ainda, quando o ressarcimento for apropriado pelo próprio contribuinte substituído, nas hipóteses previstas na legislação aplicável.

1.604

Lançamento do crédito relativo à compra de bem para o ativo imobilizado

Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da apropriação de crédito de bens do ativo imobilizado. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 005/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2003. O Comunicado CAT nº 11, de 2003, esclareceu que este código não terá aplicação no Estado de São Paulo, não havendo disciplina específica criada por Convênio, para controle desses créditos fiscais por meio de lançamento escritural, sendo mantido, portanto, seu controle através co CIAP– Controle de Crédito do ICMS do Ativo Permanente.

1.605

Recebimento, por transferência, de saldo devedor de ICMS de outro estabelecimento da mesma empresa

Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldo devedor de ICMS recebido de outro estabelecimento da mesma empresa, para efetivação da apuração centralizada do imposto. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 3/2004, DOU de 08/04/2004, com efeitos a partir de 1º/01/2005.

1.650

2.650

3.650

ENTRADAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES

1.651

2.651

3.651

Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subseqüente

Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem utilizados em processo de industrialização do próprio produto. Código acrescentado pelo AjusteSINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004.

1.652

2.652

3.652

Compra de combustível ou lubrificante para comercialização

Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem comercializados. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004.

1.653

2.653

3.653

Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final

Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem consumidos em processo de industrialização de outros produtos, na produção rural, na prestação de serviços ou por usuário final (Nova redação – Ajuste SINIEF nº 005, de 2005).

1.658

2.658

Transferência de combustível e lubrificante para industrialização

Classificam-se neste código as entradas de combustíveis e lubrificantes recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa para serem utilizados em processo de industrialização do próprio produto. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004.

1.659

2.659

Transferência de combustível e lubrificante para comercialização

Classificam-se neste código as entradas de combustíveis e lubrificantes recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa para serem comercializados. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004.

1.660

2.660

Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado à industrialização subseqüente

Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes, cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustível ou lubrificante destinado à industrialização subseqüente”. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004.

1.661

2.661

Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado à comercialização

Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes, cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustíveis ou lubrificantes para comercialização”. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004.

1.662

2.662

Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado a consumidor ou usuário final

Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes, cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustíveis ou lubrificantes por consumidor ou usuário final”. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004.

1.663

2.663

Entrada de combustível ou lubrificante para armazenagem

Classificam-se neste código as entradas de combustíveis ou lubrificantes para armazenagem. Código acrescentado pelo AjusteSINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004.

1.664

2.664

Retorno de combustível ou lubrificante remetido para armazenagem

Classificam-se neste código as entradas, ainda que simbólicas, por retorno de combustíveis ou lubrificantes, remetidos para armazenagem.Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004.

1.900

2.900

3.900

OUTRAS ENTRADAS DE MERCADORIAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS

1.901

2.901

Entrada para industrialização por encomenda

Classificam-se neste código as entradas de insumos recebidos para industrialização por encomenda de outra empresa ou de outro estabelecimento da mesma empresa.

1.902

2.902

Retorno de mercadoria remetida para industrialização por encomenda

Classificam-se neste código o retorno dos insumos remetidos para industrialização por encomenda, incorporados ao produto final pelo estabelecimento industrializador.

1.903

2.903

Entrada de mercadoria remetida para industrialização e não aplicada no referido processo

Classificam-se neste código as entradas em devolução de insumos remetidos para industrialização e não aplicados no referido processo.

1.904

2.904

Retorno de remessa para venda fora do estabelecimento

Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias remetidas para venda fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, e não comercializadas.

1.905

2.905

Entrada de mercadoria recebida para depósito em depósito fechado ou armazém geral

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral.

1.906

2.906

Retorno de mercadoria remetida para depósito fechado ou armazém geral

Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias remetidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral.

1.907

2.907

Retorno simbólico de mercadoria remetida para depósito fechado ou armazém geral

Classificam-se neste código as entradas em retorno simbólico de mercadorias remetidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral, quando as mercadorias depositadas tenham sido objeto de saída a qualquer título e que não tenham retornado ao estabelecimento depositante.

1.908

2.908

Entrada de bem por conta de contrato de comodato

Classificam-se neste código as entradas de bens recebidos em cumprimento de contrato de comodato.

1.909

2.909

Retorno de bem remetido por conta de contrato de comodato

Classificam-se neste código as entradas de bens recebidos em devolução após cumprido o contrato de comodato.

1.910

2.910

Entrada de bonificação, doação ou brinde

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de bonificação, doação ou brinde.

1.911

2.911

Entrada de amostra grátis

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de amostra grátis.

1.912

2.912

Entrada de mercadoria ou bem recebido para demonstração

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias ou bens recebidos para demonstração.

1.913

2.913

Retorno de mercadoria ou bem remetido para demonstração

Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para demonstração.

1.914

2.914

Retorno de mercadoria ou bem remetido para exposição ou feira

Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para exposição ou feira.

1.915

2.915

Entrada de mercadoria ou bem recebido para conserto ou reparo

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias ou bens recebidos para conserto ou reparo.

1.916

2.916

Retorno de mercadoria ou bem remetido para conserto ou reparo

Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para conserto ou reparo.

1.917

2.917

Entrada de mercadoria recebida em consignação mercantil ou industrial

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil ou industrial.

1.918

2.918

Devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil ou industrial

Classificam-se neste código as entradas por devolução de mercadorias remetidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial.

1.919

2.919

Devolução simbólica de mercadoria vendida ou utilizada em processo industrial, remetida anteriormente em consignação mercantil ou industrial

Classificam-se neste código as entradas por devolução simbólica de mercadorias vendidas ou utilizadas em processo industrial, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial.

1.920

2.920

Entrada de vasilhame ou sacaria

Classificam-se neste código as entradas de vasilhame ou sacaria.

1.921

2.921

Retorno de vasilhame ou sacaria

Classificam-se neste código as entradas em retorno de vasilhame ou sacaria.

1.922

2.922

Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro

Classificam-se neste código os registros efetuados a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro.

1.923

2.923

Entrada de mercadoria recebida do vendedor remetente, em venda à ordem

Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas do vendedor remetente, em vendas à ordem, cuja compra do adquirente originário, foi classificada, respectivamente, nos códigos 1.120 ou 2.120 – “Compra para industrialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente”, ou respectivamente nos códigos 1.121 ou 2.121 – “Compra para comercialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente”.

1.924

2.924

Entrada para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria, quando esta não transitar pelo estabelecimento do adquirente

Classificam-se neste código as entradas de insumos recebidos para serem industrializados por conta e ordem do adquirente, nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente dos mesmos.

1.925

2.925

Retorno de mercadoria remetida para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria, quando esta não transitar pelo estabelecimento do adquirente

Classificam-se neste código o retorno dos insumos remetidos por conta e ordem do adquirente, para industrialização e incorporados ao produto final pelo estabelecimento industrializador, nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente.

1.926

Lançamento efetuado a título de reclassificação de mercadoria decorrente de formação de kit ou de sua desagregação

Classificam-se neste código os registros efetuados a título de reclassificação decorrente de formação de kit de mercadorias ou de sua desagregação.

3.930

Lançamento efetuado a título de entrada de bem sob amparo de regime especial aduaneiro de admissão temporária

Classificam-se neste código os lançamentos efetuados a título de entrada de bens amparada por regime especial aduaneiro de admissão temporária.

1.931

2.931

Lançamento efetuado pelo tomador do serviço de transporte quando a responsabilidade de retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria, pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na Unidade da Federação onde iniciado o serviço

Classificam-se neste código exclusivamente os lançamentos efetuados pelo tomador do serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na Unidade da Federação, onde iniciado o serviço, quando a responsabilidade pela retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da mercadoriaCódigo acrescentado pelo AjusteSINIEF nº 3/2004, DOU de 08/04/2004, com efeitos a partir de 1º/01/2005.

1.932

2.932

Aquisição de serviço de transporte iniciado em Unidade da Federação diversa daquela onde inscrito o prestador

Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte que tenham sido iniciados em Unidade da Federação diversa daquela onde o prestador está inscrito como contribuinte.Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 3/2004, DOU de 08/04/2004, com efeitos a partir de 1º/01/2005.

1.933

2.933

Aquisição de serviço tributado pelo ISSQN

Classificam-se neste código as aquisições de serviços, de competência municipal, desde que informados em Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A. (Nova redação – Ajuste SINIEF nº 06, de 2005).

1.934

2.934

Entrada simbólica de mercadoria recebida para depósito fechado ou armazém geral

Classificam-se neste código as entradas simbólicas de mercadorias recebidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral, cuja remessa tenha sido classificada pelo remetente no código “5.934 – Remessa simbólica de mercadoria depositada em armazém geral ou depósito fechado”. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 014, DOU de 16/12/2009, com efeitos a partir de 1º/7/2010.

1.949

2.949

3.949

Outra entrada de mercadoria ou prestação de serviço não especificada

Classificam-se neste código as outras entradas de mercadorias ou prestações de serviços que não tenham sido especificadas nos códigos anteriores.

NOTA GERAL 1 – Os códigos referentes a entrada de mercadoria ou bem estão agrupados segundo a localização do estabelecimento remetente, obedecido o seguinte critério:

Grupo 1 – Compreende as operações em que o estabelecimento remetente estiver localizado no mesmo Estado;

Grupo 2 – Compreende as operações em que o estabelecimento remetente estiver localizado em outro Estado;

Grupo 3 – Compreende as entradas de mercadoria ou bem de procedência estrangeira, importado diretamente pelo estabelecimento, bem como as decorrentes de aquisição por arrematação, concorrência ou qualquer outra forma de alienação promovida pelo Poder Público.

NOTA GERAL 2 – Os códigos referentes a aquisição de serviço estão agrupados segundo o local de início da prestação, obedecido o seguinte critério:

Grupo 1 – Compreende as aquisições de serviços iniciados no mesmo Estado;

Grupo 2 – Compreende as aquisições de serviços iniciados em outro Estado;

Grupo 3 – Compreende as aquisições de serviços iniciados no exterior.

NOTA GERAL 3 – Os grupos estão divididos em subgrupos que reúnem entradas ou aquisições de natureza correlata, identificados por códigos de dígito final 0 (zero), que serão utilizados somente em resumos, análises e intercâmbio de informações econômico-fiscais.

TABELA II – DAS SAÍDAS DE MERCADORIAS, BENS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS
  1. As operações praticadas pelos contribuintes do ICMS e/ou IPI estão relacionadas e codificadas através dos Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP). Estes códigos devem ser indicados quando da emissão de notas fiscais, escrituração de livros e no preenchimento de guias e declarações.
  2. Os Códigos Fiscais de Operações e Prestações foram instituídos pelo Convênio SINIEFs/n° de 15/12/1970. Posteriormente, o Ajuste SINIEF n° 11, de 1989, alterou o Anexo Convênio SINIEF s/n° de 15/12/1970, aprovando novos códigos fiscais para incluir as operações e prestações que passaram a incidência do ICMS (serviços de transporte, comunicação e energia elétrica). Estes códigos foram modificados posteriormente pelos Ajustes SINIEF n°s 3 de 1994, 6 de 1995, 7 de 1996, 6 de 1997, 3 de 1998, 6 de 1998, 3 de 2000, 4 de 2000, 6 de 2000 e permaneceram em vigor até 31/12/2002.
  3. A partir de 1°/01/2003, entraram em vigor os códigos fiscais do Anexo ConvênioSINIEF s/n° de 15/12/1970, com redação dada pelo Ajuste SINIEF n° 7, de 2001. Nesta redação, os códigos fiscais passam a ter 4 dígitos (exemplo: 1.102 – Compraspara Comercialização).
  4. Desde então, o Anexo do Convênio s/n°, de 15/12/1970, com a redação do AjusteSINIEF n° 07, de 2001, sofreu várias modificações, as quais foram efetuadas pelos seguintes Ajustes SINIEF n°s 05, de 2002, n° 005, de 2003, n° 09, de 2003, n° 03, de 2004, n° 04, de 2004, nº 05, de 2005, nº 06, de 2005, nº 09, de 2005, nº 06 de 2007, 03, de 2008, 005, de 2009; 014, de 2009 e 004, de 2010.

CFOP

APLICAÇÃO

5.000

6.000

7.000

DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO

5.100

6.100

7.100

VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS

5.101

6.101

Venda de produção do estabelecimento

Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa (Nova redação – Ajuste SINIEF nº005, de 2005).

7.101

Venda de produção do estabelecimento

Classificam-se neste código as vendas de produtos do estabelecimento. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa (Nova redação – Ajuste SINIEF nº 005, de 2005).

5.102

6.102

7.102

Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros

Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento comercial de cooperativa destinada a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa.

5.103

6.103

Venda de produção do estabelecimento, efetuada fora do estabelecimento

Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento.

5.104

6.104

Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, efetuada fora do estabelecimento

Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.

5.105

6.105

7.105

Venda de produção do estabelecimento, que não deva por ele transitar

Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento, armazenados em depósito fechado, armazém geral ou outro sem que haja retorno ao estabelecimento depositante.

5.106

6.106

7.106

Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, que não deva por ele transitar

Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, armazenadas em depósito fechado, armazém geral ou outro, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento sem que haja retorno ao estabelecimento depositante. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias importadas, cuja saída ocorra do recinto alfandegado ou da repartição alfandegária onde se processou o desembaraço aduaneiro, com destino ao estabelecimento do comprador, sem transitar pelo estabelecimento do importador.

6.107

Venda de produção do estabelecimento, destinada a não contribuinte

Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos por estabelecimento de produtor rural, destinadas a não contribuintes. Quaisquer operações de venda destinadas a não contribuintes deverão ser classificadas neste código.

6.108

Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada a não contribuinte

Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, destinadas a não contribuintes. Quaisquer operações de venda destinadas a não contribuintes deverão ser classificadas neste código.

5.109

6.109

Venda de produção do estabelecimento, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio

Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, destinados à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio (Nova redação – Ajuste SINIEF nº 005, de 2005)..

5.110

6.110

Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio

Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, destinadas à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio.

5.111

6.111

Venda de produção do estabelecimento remetida anteriormente em consignação industrial

Classificam-se neste código as vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação industrial.

5.112

6.112

Venda de mercadoria adquirida ou recebida deterceiros remetida anteriormente em consignação industrial

Classificam-se neste código as vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação industrial.

5.113

6.113

Venda de produção do estabelecimento remetida anteriormente em consignação mercantil

Classificam-se neste código as vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil.

5.114

6.114

Venda de mercadoria adquirida ou recebida deterceiros remetida anteriormente em consignação mercantil

Classificam-se neste código as vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil.

5.115

6.115

Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, recebida anteriormente em consignação mercantil

Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, recebidas anteriormente a título de consignação mercantil.

5.116

6.116

Venda de produção do estabelecimento originada de encomenda para entrega futura

Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, quando da saída real do produto, cujo faturamento tenha sido classificado, respectivamente, nos códigos 5.922 ou 6.922 – “Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura” (Nova redação – Ajuste SINIEFnº 005, de 2005).

5.117

6.117

Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, originada de encomenda para entrega futura

Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, quando da saída real da mercadoria, cujo faturamento tenha sido classificado nos códigos 5.922 ou 6.922 – “Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.

5.118

6.118

Venda de produção do estabelecimento entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário, em venda à ordem

Classificam-se neste código as vendas à ordem de produtos industrializados pelo estabelecimento, entregues ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário.

5.119

6.119

Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário, em venda à ordem

Classificam-se neste código as vendas à ordem de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, entregues ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário.

5.120

6.120

Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário pelo vendedor remetente, em venda à ordem

Classificam-se neste código as vendas à ordem de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, entregues pelo vendedor remetente ao destinatário, cuja compra seja classificada, pelo adquirente originário, respectivamente nos códigos 1.118 ou 2.118 – “Compra de mercadoria pelo adquirente originário, entregue pelo vendedor remetente ao destinatário, em venda à ordem”.

5.122

6.122

Venda de produção do estabelecimento remetida para industrialização, por conta e ordem do adquirente, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente

Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento, remetidos para serem industrializados em outro estabelecimento, por conta e ordem do adquirente, sem que os produtos tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente.

5.123

6.123

Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida para industrialização, por conta e ordem do adquirente, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente

Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas para serem industrializadas em outro estabelecimento, por conta e ordem do adquirente, sem que as mercadorias tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente.

5.124

6.124

Industrialização efetuada para outra empresa

Classificam-se neste código as saídas de mercadorias industrializadas para terceiros, compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial.

5.125

6.125

Industrialização efetuada para outra empresa quando a mercadoria recebida para utilização no processo de industrialização não transitar pelo estabelecimento adquirente da mercadoria

Classificam-se neste código as saídas de Mercadorias industrializadas para outras empresas, em que as mercadorias recebidas para utilização no processo de industrialização não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente das mercadorias, compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial.

7.127

Venda de produção do estabelecimento sob o regime de “drawback”

Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento sob o regime de “drawback”, cujas compras foram classificadas no código 3.127 – “Compra para industrialização sob o regime de “drawback”.

5.150

6.150

TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS

5.151

6.151

Transferência de produção do estabelecimento

Classificam-se neste código os produtos industrializados ou produzidos pelo estabelecimento em transferência para outro estabelecimento da mesma empresa (Nova redação – Ajuste SINIEF nº 005, de 2005).

5.152

6.152

Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros

Classificam-se neste código as mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização, comercialização ou para utilização na prestação de serviços e que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, transferidas para outro estabelecimento da mesma empresa.

5.153

6.153

Transferência de energia elétrica

Classificam-se neste código as transferências de energia elétrica para outro estabelecimento da mesma empresa, para distribuição.

5.155

6.155

Transferência de produção do estabelecimento, que não deva por ele transitar

Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de produtos industrializados no estabelecimento que tenham sido remetidos para armazém geral, depósito fechado ou outro, sem que haja retorno ao estabelecimento depositante.

5.156

6.156

Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, que não deva por ele transitar

Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial, remetidas para armazém geral, depósito fechado ou outro, sem que haja retorno ao estabelecimento depositante.

5.200

6.200

7.200

DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, PRODUÇÃO RURAL, COMERCIALIZAÇÃO OU ANULAÇÕES DEVALORES

5.201

6.201

7.201

Devolução de compra para industrialização ou produção rural

Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural, cujas entradas tenham sido classificadas como 1.101 ou 2.201 “Compra para industrialização ou produção rural” (Nova redação – Ajuste SINIEFnº 005, de 2005).

5.202

6.202

7.202

Devolução de compra para comercialização

Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para seremcomercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para comercialização”.

5.205

6.205

7.205

Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de comunicação

Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes das aquisições de serviços de comunicação.

5.206

6.206

7.206

Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de transporte

Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes das aquisições de serviços de transporte.

5.207

6.207

7.207

Anulação de valor relativo à compra de energia elétrica

Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes da compra de energia elétrica.

5.208

6.208

Devolução de mercadoria recebida em transferência para industrialização ou produção rural

Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outros estabelecimentos da mesma empresa, para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural (Nova redação – Ajuste SINIEF nº 005, de 2005).

5.209

6.209

Devolução de mercadoria recebida em transferência para comercialização

Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem comercializadas.

5.210

6.210

7.210

Devolução de compra para utilização na prestação de serviço

Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação de serviços, cujas entradas tenham sido classificadas nos códigos “1.126 – Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ICMS” e “1.128 – Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ISSQN. (Nova redação – Ref.: Ajuste Sinief nº 004, de 2010, DOU de 13/7/2010, efeitos a partir de 1º/1/2011 – wl)

7.211

Devolução de compras para industrialização sob o regime de “drawback”

Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização sob o regime de “drawback” e não utilizadas no referido processo, cujas entradas tenham sido classificadas no código 3.127 – “Compra para industrialização sob o regime de “drawback”.

5.250

6.250

7.250

VENDAS DE ENERGIA ELÉTRICA

5.251

6.251

7.251

Venda de energia elétrica para distribuição ou comercialização

Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica destinada à distribuição ou comercialização. Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a cooperativas para distribuição aos seus cooperados.

5.252

6.252

Venda de energia elétrica para estabelecimento industrial

Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento industrial. Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a estabelecimento industrial de cooperativa.

5.253

6.253

Venda de energia elétrica para estabelecimento comercial

Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento comercial. Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a estabelecimento comercial de cooperativa.

5.254

6.254

Venda de energia elétrica para estabelecimento prestador de serviço de transporte

Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de prestador de serviços de transporte.

5.255

6.255

Venda de energia elétrica para estabelecimento prestador de serviço de comunicação

Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de prestador de serviços de comunicação.

5.256

6.256

Venda de energia elétrica para estabelecimento de produtor rural

Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de produtor rural.

5.257

6.257

Venda de energia elétrica para consumo por demanda contratada

Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por demanda contratada, que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo.

5.258

6.258

Venda de energia elétrica a não contribuinte

Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores.

5.300

6.300

7.300

PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO

5.301

6.301

7.301

Prestação de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza

Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação destinados às prestações de serviços da mesma natureza.

5.302

6.302

Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento industrial

Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento industrial. Também serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a estabelecimento industrial de cooperativa.

5.303

6.303

Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento comercial

Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento comercial. Também serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a estabelecimento comercial de cooperativa.

5.304

6.304

Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de prestador de serviço de transporte

Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento prestador de serviço de transporte.

5.305

6.305

Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica

Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica.

5.306

6.306

Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de produtor rural

Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de produtor rural.

5.307

6.307

Prestação de serviço de comunicação a não contribuinte

Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores.

5.350

6.350

7.350

PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE

5.351

6.351

Prestação de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza

Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte destinados às prestações de serviços da mesma natureza.

5.352

6.352

Prestação de serviço de transporte a estabelecimento industrial

Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento industrial. Também serão classificados neste código os serviços de transporte prestados a estabelecimento industrial de cooperativa.

5.353

6.353

Prestação de serviço de transporte a estabelecimento comercial

Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento comercial. Também serão classificados neste código os serviços de transporte prestados a estabelecimento comercial de cooperativa.

5.354

6.354

Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de prestador de serviço de comunicação

Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento prestador de serviços de comunicação.

5.355

6.355

Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica

Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica.

5.356

6.356

Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de produtor rural

Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento de produtor rural.

5.357

6.357

Prestação de serviço de transporte a não contribuinte

Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores.

7.358

Prestação de serviço de transporte

Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte destinado a estabelecimento no exterior.

5.359

6.359

Prestação de serviço de transporte a contribuinte ou a não contribuinte quando a mercadoria transportada está dispensada de emissão de nota fiscal

Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a contribuintes ou a não contribuintes, exclusivamente quando não existe a obrigação legal de emissão de nota fiscal para a mercadoria transportada. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 3/2004, DOU de 08/04/2004, com efeitos a partir de 1º/01/2005.

5.360

6.360

Prestação de serviço de transporte a contribuinte substituto em relação ao serviço de transporte

Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a contribuinte ao qual tenha sido atribuída a condição de substituto tributário do imposto sobre a prestação dos serviços. (CFOP 5.360 acrescido pelo AjusteSINIEF 06/07, efeitos a partir de 01.01.08 eCFOP 6.360 acrescido pelo Ajuste SINIEF03/2008, efeitos a partir de 01.05.08)

5.400

6.400

SAÍDAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

5.401

6.401

Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto

Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto. Também serão classificadas neste código as vendas de produtos industrializados por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto (Nova redação – Ajuste SINIEF nº 005, de 2005).

5.402

6.402

Venda de produção do estabelecimento de produto sujeito ao regime de substituição tributária, em operação entre contribuintes substitutos do mesmo produto

Classificam-se neste código as vendas de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária industrializados no estabelecimento, em operações entre contribuintes substitutos do mesmo produto.

5.403

6.403

Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto

Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, na condição de contribuinte substituto, em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.

6.404

Venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, cujo imposto já tenha sido retido anteriormente

Classificam-se neste código as vendas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, na condição de substituto tributário, exclusivamente nas hipóteses em que o imposto já tenha sido retido anteriormente.

5.405

Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituído

Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituído.

5.408

6.408

Transferência de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código os produtos industrializados ou produzidos no próprio estabelecimento em transferência para outro estabelecimento da mesma empresa de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária.

5.409

6.409

Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.

5.410

6.410

Devolução de compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”.

5.411

6.411

Devolução de compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”.

5.412

6.412

Devolução de bem do ativo imobilizado, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos 1.406 ou 2.406 – “Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária”.

5.413

6.413

Devolução de mercadoria destinada ao uso ou consumo, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para uso ou consumo do estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos 1.407 ou 2.407 – “Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária”.

5.414

6.414

Remessa de produção do estabelecimento para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as remessas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento para serem vendidos fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária.

5.415

6.415

Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros para venda fora do estabelecimento, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

Classificam-se neste código as remessas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para serem vendidas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.

5.450

SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO

5.451

Remessa de animal e de insumo para estabelecimento produtor

Classificam-se neste código as saídas referentes à remessa de animais e de insumos para criação de animais no sistema integrado, tais como: pintos, leitões, rações e medicamentos.

5.500

6.500

REMESSAS PARA FORMAÇÃO DE LOTE E COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES

5.501

6.501

Remessa de produção do estabelecimento, com fim específico de exportação

Classificam-se neste código as saídas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, remetidos com fim específico de exportação a “trading company”, empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente.

5.502

6.502

Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, com fim específico de exportaçãoClassificam-se neste código as saídas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, remetidas com fim específico de exportação a “trading company”, empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente.

5.503

6.503

Devolução de mercadoria recebida com fim específico de exportação

Classificam-se neste código as devoluções efetuadas por “trading company”, empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do destinatário, de mercadorias recebidas com fim específico de exportação, cujas entradas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos 1.501 ou 2.501 – “Entrada de mercad